domingo, 15 de junho de 2014

13 Criaturas da criptozoologia


Criptozoologia é o estudo de espécies animais lendárias, mitológicas, hipotéticas ou avistadas por poucas pessoas. Inclui também o estudo de ocorrências de animais presumivelmente extintos. A criptozoologia aborda ainda os seus tópicos de um ponto de vista antropológico, procurando relacionar os mitos de várias culturas com animais extintos ou desconhecidos.
Apesar de alguns ramos da criptozoologia desafiarem a lógica científica, há exemplos que mostram que este ramo da biologia pode ter mais credibilidade do que seria de esperar. Os criptozoólogos citam com frequência exemplos como a lula-gigante, o celacanto, o ornitorrinco e o dragão-de-komodo, todos animais reais e estudados que foram em tempos considerados fantasias alucinadas. Na realidade a lista é muito maior, e nela está animais como o Gorila, Celacanto, Lula-colossal, Ornitorrinco, Bisão, Bonobo, Macaco Narigudo e etc. Confiram agora 13 criaturas que estão enquadradas na criptozoologia:


13.  Chupacabras
  
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O Chupacabras é mais comumente associado às comunidades latinas nos EUA, México e Porto Rico (onde houve o primeiro relato). Supostamente é uma criatura pesada, do tamanho de um urso pequeno, com uma linha de espinhos do pescoço até a base da cauda, e o seu nome vem do fato de que supostamente ataque animais e beba seu sangue – especialmente de cabras.
Apesar de que a lenda começou por volta de 1987, há muitas similaridades com o “Vampiro de Moca”, nome dado a uma criatura desconhecida que matou animais por toda a cidade de Moca, nos anos 1970. O vampiro de Moca deixava os animais completamente sem sangue, que aparentemente tinha sido extraído a partir de uma série de cortes circulares.
A descrição mais comum do Chupacabra é a de um ser tipo lagarto, parecendo ter uma pele de couro ou de escamas verde-acizentadas, e espinhos pontudos ou pequenos, correndo por toda as suas costas. Esta forma mede aproximadamente de 1 a 1.2 metros de altura, e permanece de pé e pula de uma maneira parecida a de um canguru. Em pelo menos um avistamento, a criatura pulou 6 metros. Desta variedade é dito ter um focinho parecido com o de um cachorro ou pantera, uma língua bifurcada protuberante, caninos grandes, e que assobia e chia quando amendrontado, assim como deixa um fedor sulfúrico atrás de si. Quando ele chia, alguns relatos contam que os olhos do chupacabras brilham com um vermelho incomum, que dá náuseas nas testemunhas. Algumas testemunhas o viram com asas como as de um morcego. Se quiser saber mais sobre o Chupacabras, confira uma matéria sobre clicando aqui.


12.  Pé Grande
  
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Pé grande, também conhecido como Sasquatch, é descrito como um homem meio macaco que habita áreas florestais do pacífico noroeste e partes da província da Columbia Britânica, no Canadá. Ao longo dos anos houveram vários avistamentos e fotografias do Pé Grande mas não há provas conclusivas que comprovam a sua existência.
Muitos especialistas do assunto consideram a lenda do Pé Grande como uma combinação de foclore com boatos, mas há um número de autores e pesquisadores que acreditam que as histórias possam ser verdadeiras. Existe alguma especulação que, como o Monstro do lago Ness, o Pé Grande possa ser um remanescente vivo do tempo dos dinossauros – especificamente um Gigantopithecus blacki – um macaco gigante. Os relatos mais antigos do Pé Grande são de 1924, apesar de relatos de um tipo similar de criatura terem aparecido já nos anos 1860.


11.  Monstro do Lago Ness
   Loch Ness
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O Lago Ness é o mais extenso lago de água fresca da Grã-Bretanha. Por séculos pessoas têm relatado avistar uma criatura grande vivendo no lago – os avistamentos mais antigos vindo do período de Saint Columba (565 d.C). Apesar de que os avistamentos da criatura em terra, ao redor do lago, supostamente datarem do século dezesseis, o interesse moderno no monstro foi estimulado por um avistamento em 22 de Julho de 1933, quando o sr. George Spicer e sua esposa viram “uma forma animal extraordinária” cruzar a rua em frente ao seu carro. Eles descreveram a criatura como tendo um corpo grande (cerca de 1.2 metros de altura e 7.5 metros de comprimento), e um longo, estreito pescoço, um pouco mais grosso do que uma tromba de elefante e tão longo quanto os 3m – 3.2m da largura da rua; o pescoço tinha um número de ondulações.
Eles não viram os membros por causa de um declive na rua que obscureceu a porção inferior do animal. Ele se moveu pela rua em direção ao lago, à 18 metros de distância, deixando apenas um rastro de pequenos arbustos quebrados em seu caminho.
Não apenas o Monstro do Lago Ness foi repetidamente fotografado, ele também foi filmado – recentemente, em 2007, e também detectado em sonares. Infelizmente, contudo, a filmagem e fotos nunca são claras o suficiente para dar uma resposta definitiva para o que a criatura é. Alguns especulam que é um plesiossauro, que sobreviveu do restante da população de dinossauros.


10.  Ahool
   o morcego gigante de Java
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A ilha de Java é uma área densamente povoada. É devido a essa população que a floresta da ilha está sendo destruída, para dar espaço para as casas em um constante crescimento humano. Infelizmente, como a floresta diminui, os animais tem que fugir daquela região e assim as chances de descoberta de novas plantas e animais aumentam. Uma destas criaturas é o Ahool.
O Ahool é geralmente considerado como um morcego gigante que vivia nas profundezas da floresta de Java. A primeira menção dessa criatura foi a descrição do Dr. Ernest Bartels, enquanto ele estava explorando nas Montanhas Salak, que são encontrados na ilha de Java. Ao explorar uma cachoeira, Bartels de repente viu um morcego gigante voar sobre sua cabeça. Duas semanas depois, Bartels encontrou novamente a criatura, desta vez ouviu o barulho, “um ruul”, fora de sua cabana, quando saiu para vê-lo, ele fez o som novamente e depois voou para longe. Graças a esta experiência, a Ahool tem o seu nome.
O Ahool é dito como tendo a envergadura de 4 metros. Ele supostamente tem alguns pêlos finos, cobrindo seu corpo (uma pequena pelagem cinza escuro).  Relatos das pessoas que avistaram a criatura dizem que ela tem o corpo de um morcego, mas a cabeça de macaco. Alguns até dizem que o rosto da criatura é quase humana. Tem grandes olhos negros, dois antebraços achatados que são capazes de sustentar a sua gigantesca asa, e seus pés se diz estar apontando para trás.
Nativos da região, desde a antiguidade, cultuavam criatura, que consideravam divina e que se assemelha muito com o Ahool, principalmente pelos escritos deixados pelos líderes dos cultos, que falavam que o “sobrevoar da divindade escurecia o Sol” e que descrevia tal entidade como um morcego gigantesco com rosto de homem.
Algumas pessoas dizem que o Ahool é apenas um local de espécies de coruja, que também tem círculos negros ao redor dos olhos. Outros dizem que é um pterossauro, enquanto alguns biologos afirma que é um Kongamato de África (morcego gigante). A resposta definitiva para essa questão, somente o tempo dirá.


09.  Besta de Bladenboro
  
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Muitos anos antes que o fenômeno real ou imaginário do chupacabras alcançasse as manchetes dos jornais sensacionalistas, um animal desconhecido, com as mesmas características, aterrorizou no mês de janeiro de 1954 uma pequena cidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Até hoje a criatura permanece um mistério. Tudo começou em 4 de janeiro de 1954, quando em Bladenboro, a aproximadamente 60 milhas a oeste de Wilmington, três cães tiveram os maxilares quebrados, seus crânios esmagados e mastigados por um animal desconhecido.A fera, além da violência do ataque, deixou os animais totalmente exangues. O ataque não ficou restrito aos cães. Logo as cabras, os porcos e as vacas, também foram atacados com a mesma fúria e modus operandi.
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A população amedrontada convocou o chefe de policia Roy Fores que foi a caça do animal com três cães da raça coonhound, mas os cães recusaram-se a seguir o rastro.
Täter Shaw que na época tinha 35 anos, e era dono de um posto de gasolina, foi uma testemunha ocular dos acontecimentos, e viu a carnificina em primeira mão. Shaw descreve assim o mêdo dos habitantes de Bladenboro.
” Todo mundo estava com mêdo”. “Todos que tinham uma arma andavam com ela carregada”. “A irracionalidade começou a dominar, e os locais diziam ter visto o monstro”.
“Um residente ouviu seus cães latindo uma noite, olhou pela janela e viu uma sombra. Pegou a espingarda de caça e saiu apressado”.
“Mirou e atirou de longe. Quando se deu por conta havia acertado a bicicleta de sua filha que estava tombada rente ao chão com os pneus em tiras e o acento dilacerado com um tiro de espingarda de caça”.
Os depoimentos das testemunhas são contraditórios. Dizem que o animal tinha 90 quilos, outros 100, ou até mesmo 150 quilos. Alguns dizem que o animal era negro, ou marrom, ou apenas ” de cor escura”.
A maioria concorda que era um felino, mas um veterinário afirmou que poderia ser um cachorro grande. O som do animal é a única coisa em que não há discordância. Descrevem-no como o choro de um bebê ou mulher chorando, só que mais alto, de gelar o sangue.
” De qualquer modo as coisas estavam começando a ficar ruins, estava nos jornais e nas rádios”, disse Shaw, “caçadores vieram de toda parte, quero dizer, caçadores profissionais”.
“No auge da caçada 1000 homens armados de revólveres, escopetas e fuzis dividiram-se em 400 acres do campo. Alguns eram garotos de fraternidades, mas outros eram caçadores profissionais, acostumados a caçar leões e tigres”.
Jabe Frink, outra testemunha ocular, lembra que uma senhora, E.C. Kinlaw, foi perseguida e viu o animal a aproximadamente 20 metros em 6 de janeiro. monstros, criptídeos, criaturas, criptozoologiaKinlaw correu para casa e avisou o marido que saiu com uma espingarda mas não encontrou mais nada. Apenas as pegadas no quintal.
Os piores receios pareciam confirmados. O animal mostrara interesse por seres humanos. Nesse mesmo dia seis cães foram mortos, incluindo um que foi arrastado para o pântano e nunca mais foi visto. No dia seguinte a contagem subiu para sete. S. W. Garret, um experiente caçador de Wilmington, alertou as mulheres e as crianças a permanecerem dentro de casa. O mesmo foi pedido em relação aos cães. As vítimas multiplicavam-se. Então o chefe Fores considerou amarrar alguns cães na floresta como isca, mas foi desaconselhado pelo prefeito W.G. Fussell.
O prefeito encerrou a caçada em 9 de janeiro por motivos de segurança. Com tantos caçadores no pântano alguém podia acabar sendo confundido com o “monstro”. Nesse dia o jornal “Morning Star” publicou a seguinte manchete: ” A Besta Vampiro Vence a Batalha de Bladenboro”.
Em 13 de janeiro parecia que o mistério havia chegado ao fim tão rapidamente como começou. Um lince foi capturado em uma armadilha de aço e abatido com um tiro na cabeça. Mesmo assim nem todos se convenceram de que a fera havia sido morta, nem mesmo o prefeito. No fim a “besta” riu por último. Após novos ataques os jornais estampariam a manchete: Retorna a “Besta” oculta de Bladenboro.


08.  Besta de Bray Road
  
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A Besta de Bray Road (Bray Road Beast) é uma criatura criptozoologica vista  pela primeira vez na década de 1980 em uma estrada rural fora do Elkhorn, Wisconsin. O mesmo rótulo foi aplicado a uma criatura avistada  sul de Wisconsin e no norte de Illinois. Bray Road em si é uma estrada calma, perto da comunidade de Elkhorn. A onda de avistamentos ocorridas final de 1980 e no início de 1990 levou um jornal local, do condado de Walworth Week, atribuiu a reportagem a jornalista Linda Godfrey -se a cobrir a história. Godfrey era inicialmente cética, mas depois tornou-se convencida da sinceridade das testemunhas. Sua série de artigos mais tarde se tornaram um livro intitulado The Beast de Bray Road: Wisconsin Werewolf Trailing.

Descrição
A maioria das descrições e relatos de testemunhas oculares são catalogadas no livro Godfrey .
A Besta de Bray Road é descrito por testemunhas de várias maneiras: como um urso, como criatura, como um bípede peludo lembrando Bigfoot, hora com 4 metros de altura, hora com 3 metros,  inteligente, pesando em torno de 250 ~ 300 kg.
Apesar de a Besta de Bray Road evidencias da transformação de um ser humano em lobo, ele foi rotulado como um lobisomem pela imprensa.

Declarações
Uma série de teorias baseadas em animais têm sido propostas. Eles incluem que a criatura é uma mistura de cão selvagem, um waheela (que dizem ser um lobo gigante pré-histórico semelhante ao Amarok).
Também é possível que hoaxes e histeria em massa causaram certos relatos falsos e avistamentos “imaginários” da criatura e por isso tenha ocorrido essa distorção na descrição. Concomitantemente com as aparições em Wisconsin, houve uma onda de encontros semelhantes no vizinho estado do Michigan. Após o lançamento de “The Legend”, uma canção popular sobre o Dogman Michigan , em 1987, o autor Steve Cook recebeu dezenas de relatórios, incluindo fotografia e provas em filme da criatura. Não há nenhuma ligação conhecida entre os avistamentos em estados vizinhos, além da semelhança da criatura descrita.

A cultura popular
A Besta de Bray Road apareceu no programa de televisão Mystery Hunters , bem como diversos livros e um filme. Artigos sobre ela apareceram no Weekly World News. Os avistamentos gerou em 2005 um filme dirigido por Scott Leigh intitulado The Beast de Bray Road. The History Channel’s TV, na série MonsterQuest lançou uma investigação sobre a besta, em que todas as testemunhas foram submetidos a testes do detector de mentira. O polígrafo administrador não conseguiu encontrar qualquer indício de que as testemunhas tinham fabricado as suas histórias.


07.  Besta de Gévaudan
  
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A Besta de Gévaudan (em francês Bête du Gévaudan) foi um animal feroz que aterrorizou a região francesa de Gévaudan no final do século XVIII. Do ponto de vista histórico, o animal é comprovado, tendo sido documentados os ataques, os corpos das vítimas, os sobreviventes descreveram o animal que os atacou, havendo registros de que o animal foi caçado, morto e teve seu corpo exibido na corte de Luís XV.
Segundo as descrições, sua pele tinha um tom avermelhado, e foi dito emitir um odor insuportável. Eles matavam suas vítimas rasgando suas gargantas com os dentes. O número de vítimas varia de acordo com fonte. De Beaufort (1987) estimou 210 ataques, resultando em 113 mortes e 49 feridos, 98 das vítimas mortas foram parcialmente comidos.
Gévaudan, zona que pertence a Languedoc (sul da França), foi desde sempre uma zona onde os ataques de lobos aos rebanhos eram frequentes. Porém, em 30 de junho de 1764 e pela primeira vez, uma jovem de 14 anos (Jeanne Boulet) é assassinada perto de Langogne, uma povoação pertencente ao departamento francês de Lozère. E depois dessa primeira vítima seguiram outras, tratando-se sempre de jovens (curiosamente, nenhum dos homens mortos passava dos dezesseis anos) e mulheres, cujos corpos se encontravam mutilados com uma violência desconhecida até então, decapitadas ou estripadas. Logo segue uma extensa lista de ataques.
Foram feitas na região numerosas investidas para caçar o animal, organizadas muitas vezes por nobres da zona, como o Marquês de Apcher ou o Conde de Morangias, mas sempre sem resultado. As notícias dos ataques da “besta” acaba chegando até a Corte, em Paris, e o rei Luís XV vê-se obrigado a responder de algum jeito às demandas cada vez mais insistentes dos camponeses , apesar de estar totalmente imerso na guerra pelas colônias da América contra a Inglaterra, pelo que decide oferecer seis mil libras de recompensa a quem matasse a besta.
Em 21 de setembro de 1765, foi abatido um grande animal que foi identificado como a “Besta”, por Antoine de Beauterne. Este animal pesava 64 quilos, tinha 87 centímetros de altura e 183 centímetros de comprimento total. O lobo foi chamado de Le Loup de Chazes. Antoine oficialmente declarou: “Nós declaramos pelo presente relatório, assinado por nossas mãos, que nunca vimos um lobo tão grande que poderia ser comparado a este, é por isso que nós estimamos esta poderia ser a besta temível que causou tanto dano.” O animal foi empalhado e enviado para Versalhes, onde Antoine foi recebido como um herói, recebendo uma grande soma de dinheiro, bem como títulos e prêmios. Entretanto, em 2 de dezembro do mesmo ano, foram relatados novos ataques a duas crianças que ficaram gravemente feridas. Dezenas de casos de ataques foram novamente relatados.
O assassinato da segunda criatura que, eventualmente, marcou o fim dos ataques é creditado a um caçador local, Jean Chastel, em Sogne d’Auvers em 19 de junho de 1767. Segundo os dados da época, este animal pesava 58 quilos, e foi morto com umabala de prata benzida por um padre, sendo este o primeiro registro desse tipo de caçada, depois popularizada nas buscas ao lobisomem. Ao ser aberto, no estômago do animal foi mostrado para conter restos humanos.


06.  Besta de Bodmin Moor
  
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Gatos não são muito sociáveis. Ao contrário dos cães, eles são individualistas, egoístas, interesseiros e acima de tudo, traiçoeiros. Quem teve gato deve saber que eles não são muito de respeitar seus donos.
Agora imagine um gato alienígena demoníaco. Essa é a Besta de Bodmin Moor. Segundo a descrição das testemunhas, a besta é um gato selvagem é um monstro/alienígena que vaga na Cornualha, no Reino Unido.
Bodmin Moor se tornou um centro de avistamentos. Centenas de relatos ocasionais de animais mutilados ou mortos pela tal Besta foram registrados nos departamentos locais de polícia. Também houve avistamentos semelhante em Hedge End, Southampton, Hampshire.
Alguns especialistas especulam que o animal poderia ser uma espécie de gato selvagem que suspotamente estava extinto na Grã-Bretanha há mais de um século. Mas as opiniões divergem. Ufologos dizem que é um extraterrestre, uma espécie parecida com gatos. Conspirologos, dizem tratar-se de um experimento mal sucedido de genética, especialmente porque a região contém duas bases militares. Psicologos relatam que o caso é reflexo de uma “psicose coletiva”, fruto da imaginação dos habitantes locais devido ao estresse que sofrem frente ao medo que as notícias sobre a criatura geram nas pessoas mais despreparadas.


05.  Verme da morte da Mongólia
  
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 O desolado deserto de Gobi é dito ser o lar de uma misteriosa criatura mortal chamada Allghoi khorkhoi, também conhecida como o "Verme da Morte da Mongólia".  É descrita como um animal enorme, de cor vermelho brilhante, semelhante a uma cobra, medindo de dois à quatro metros de comprimento, que é vivamente equiparado a um intestino de vaca. Na verdade, o nome Allghoi khorkhoi significa "verme intestinal". O Verme da Morte é tão temido entre os povos da Mongólia, que muitos consideram a simples menção de seu nome um sinal de má sorte, e isso é atribuído à sua capacidade para matar seres humanos e animais de imediato, em uma gama de vários metros. Acredita-se que o verme pulveriza um veneno extremamente letal, ou que de alguma forma transmite cargas elétricas às vítimas.
A criatura foi relatada  pela 1ª vez em 1926, pelo O explorador Roy Chapman Andrews, em seu livro chamado "On the Trail of the Ancient Men (Na Trilha do Homem Antigo)" onde conta relatos dos nômades quando esteve na Mongólia.
O principal investigador da criatura foi autor tcheco Ivan Mackerle (falecido em 01/03/2012), que ouviu pela primeira vez sobre a criatura através de uma aluna da Mongólia. Depois Mackerle contou a ela sobre uma expedição de mergulho que ele tinha feito em busca do monstro de Loch Ness, e ela disse-lhe num sussurro conspiratório: "Nós também temos uma criatura horrível vivendo na Mongólia. Nós o chamamos o monstro de Allghoi khorkhoi , e ele vive enterrado nas dunas de areia do deserto de Gobi. Ele pode matar um homem, um cavalo, até mesmo um camelo ".
Intrigado, Mackerle começou a investigar sobre este monstro mongol, mas  informações sobre o monstro eram muito difíceis de encontrar, principalmente porque a maioria dos mongóis tinham medo de discutir sobre o verme da morte. Além disso, o governo comunista da Mongólia mantinha o país isolado, e proibiu a busca pelo Allghoi khorkhoi, alegando que se tratava de um conto de fadas. O comunismo ruiu na Mongólia em 1990, e o novo clima político proveu a Mackerle a liberdade de montar uma expedição para caçar o verme nas areias do deserto.
Mackerle e seus colegas fizeram amizade com alguns nômades mongóis que estavam dispostos a falar sobre o verme da morte, e depois de um par de garrafas de vodka soltaram  as línguas. Eles disseram que o verme esguicha um líquido ácido que imediatamente faz com que tudo o que toca vire amarelo e corroído. Os nômades também disseram que a cor amarela atrai o Allghoi khorkhoi. Eles contaram a história de um garoto que uma vez brincava com uma caixa de brinquedo amarela, quando um verme da morte arrastou-se para dentro dela. Quando o menino tocou o verme, ele foi morto instantaneamente. Os pais do garoto encontraram o corpo e uma trilha ondulada levando para longe na areia. Eles sabiam o que tinha acontecido e seguiram a trilha para matar o verme, mas foram eles quem acabam mortos pelo verme.
Se o verme da morte mongol é real, é muito improvável que ele seja, literalmente, um verme. Anelídeos e invertebrados semelhantes são incapazes de sobreviver à um clima extremamente quente e seco como o deserto de Gobi, porque seus corpos não podem reter a umidade e morreriam rapidamente de dessecação. Tem sido sugerido que o Allghoi khorkhoi possa ser um verme que adaptou um tipo de membrana cutícula para manter a sua umidade, mas um candidato  mais razoável seria uma cobra ou outro réptil.
Mackerle postulou que a criatura poderia ser um skink, uma estranha variedade de lagarto cuja cabeça anódina é difícil de distinguir de sua cauda. Skinks também vivem enterrados sob as areias do deserto. Mas eles têm quatro pernas curtas e escamas, ao contrário do verme, supostamente liso. Mackerle também sugeriu que ele pode ser de um tipo de lagarto chamado de verme lagarto, apesar de que a espécie não é venenosa. Entre os lagartos, apenas o lagarto de contas mexicano e o monstro-de-gila são venenosos, mas eles não fazem o veneno jorrar, e seu veneno não é imediatamente letal em contato.
Outra possibilidade é que o Verme da Morte é um membro da família de uma cobra chamada Deathadder, "víbora da morte". Esta espécie tem uma aparência semelhante às descrições do Allghoi khorkhoi, e elas pulverizam o seu veneno. Mas, embora a Víbora da Morte possa conseguir sobreviver no ambiente de Gobi, elas são encontradas apenas na Austrália e na Nova Guiné.
Depois, há a questão da habilidade de renome do verme da morte para matar suas vítimas à distância, mesmo sem disparar veneno. Alguns propuseram que isso pode ser realizado com um choque elétrico de algum tipo. Esta hipótese pode ter surgido a partir de uma associação com a enguia elétrica, mas a enguia e todos os animais semelhantes que descarregam eletricidade são peixes, e nenhum deles tem a capacidade de viver em terra, muito menos em um deserto. Muito provavelmente, essa lenda sobre a capacidade de matar à distância seja um exagero baseado no medo.
E o próprio verme da morte é muito provavelmente uma ficção baseada em alguma cobra moradora do deserto ou réptil, e que não é realmente tão mortal quanto a sua reputação sugere. A menos, claro, que realmente seja uma espécie que nunca foi identificada antes. Na verdade, qualquer animal que pode instantaneamente matar qualquer um que tentar observá-lo tem uma boa chance de escapar da classificação científica.


04.  Macaco-de-loys
  
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O macaco-de-loys ou Ameranthropoides loysi (não oficial) foi uma estranha criatura semelhante a um macaco que foi morta a tiro em 1917 na fronteira entre aVenezuela e a Colômbia pelo geologista suíço François de Loys. A criatura era semelhante a um hominídeo, não tinha rabo como um macaco, possuía 32 dentes e tinha aproximadamente de 1,60 a 1,65 m de altura.
François de Loys conduzia uma expedição em busca de petróleo próximo ao rio Tarra e Maracaibo, quando duas criaturas avançaram em direção do seu grupo. No intuito de se defender, François de Loys disparou contra as criaturas. O macho correu em direção à selva e a fêmea foi atingida e morta. A criatura foi fotografada e as fotos foram guardadas por de Loys.
François de Loys não revelou a mais ninguém sobre a criatura quando retornou à Suíça. Mas em 1929, o antropólogo George Montadon, que estava procurando informações nas anotações de de Loys sobre tribos indígenas da América do Sul descobriu a foto e convenceu de Loys a publicá-la num jornal inglês.
Mais tarde, várias matérias foram publicadas em França sobre a misteriosa criatura e George Montadon propôs o seu nome científico à Academia Francesa das Ciências.


03.  Kongamato
  
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A primeira menção do nome Kongamato, foi no ano de 1923, quando viajante pelo nome de Frank H. Melland estava trabalhando para uma vez em Zâmbia, recolhendo relatos de nativos sobre uma misteriosa ave, sem pelos, que atacava os nativos naquela região. Eles a chamavam de “Kongamato” (siginificando “dominador de barcos”).
Essa palavra é parte de um encantamento usado pelos Koandes para se proteger contra enchentes, que dizem ser provocadas por essa criatura. Eles usam o amuleto chamado “muchi wa Kongamato” para os os proteger quando atravessam certos rios habitados pela criatura. Dr. J.L.B. Smith, que ficou famoso por sua participação no descobrimento do celacanto, escreveu sobre lendas de dragões alados que habitam no Monte Kilimanjaro. Sua ideia é de que espécies extintas podem ser descoberta nos lagos, pântanos, rios e selvas da África do Sul. Marjorie Courtenay-Latimer, que descobriu o fóssil vivo celacanto compilou diversas estórias de répteis da Namímbia. De acordo com esse rumores, esses dragões voadores deixavam um cheiro de grama queimada quando eles pousavam.
Em 1920, o chefe da tribo Kanyinga morador da área de Jiwundu Swamp próximo da fronteira do Zaire identificou uma figura do pterodáctilo como um Kongamato. Em 1958, o jornalista científico Maurice Burton escreveu para uma revista que vários relatos na África diziam de uma criatura parecida como um pterodáctilo que vivia nos pântanos de Bangweulu. Ela vive nos pântanos de Jiundu até o oeste de Zâmbia, Congo e Angola e há muitos relatos de ataques contra os nativos. Criaturas similares são encontradas no Camarão, onde são chamadas de Olitiau, e em Gana são denominadas de Sasabonsam. Alguns dizem que ele tem a habilidade de brilhar à noite. Suas cores variam, mas é dito que é principalmente de cor vermelha ou negra, tanto que muitos cientistas dizem que se trata na verdade é de um morcego ou uma cegonha, mas que os criptologistas teimam em dizer que é um pterodáctilo.
Também é descrito como um dragão voador de mais ou menos 1,22 m, em cores que variam de verde a azulado, mas em linhas gerais é sempre descrito como de corpo alongado, com pés pequenos, e grandes asas semelhantes a de um morcego. Algumas tribos os adoram como deuses. Imaginação ou não, houve até um estudante do Kenya que ligou para dizer que esses répteis voadores não estavam extintos, descrevendo-os perfeitamente e dizendo que ele eram considerados pragas, semelhantes aos urubus e que se não se enterrasse profundamente os cadáveres ele os desenterravam para comer os restos de nativos e animais mortos. Eles não acreditavam que seja uma coisa sobrenatural como um demônio (molumbe), as algo muito real como um leão ou um búfalo.
Lendas de pterodáctilos que tenham sobrevivido não é incomum, tanto é assim que dizem que um garoto de nome Oliver Thomas foi raptado por um deles… Isso aconteceu em 1909, ele foi até um poço pegar água quando da casa, todos ouviram seus gritos desesperados. Quando correram eles não vira nada lá fora, mas conseguiram ouvir seus gritos cada vez mais distantes… Depois se verificou que as pegadas iam até um determinado ponto e de lá sumiam! E mais adiante encontraram o balde, como se ele tivesse soltado de uma determinada altura… Para esse sumiço, há até quem culpe o Wendigo, lendário monstro faminto das lendas dos índios algonquinos.
Para finalizar, há muitos relatos de criaturas aladas estranhas que sobrevoam também a América do Norte, descritas como grande pássaros, abutres, demônios, como o Homem Mariposa, que foi visto várias vezes e em 1966, provocou uma histeria coletiva no oeste da Virgínia e o caso foi mote do filme Mothman Propehecies, com Richard Gere.


02.  Pássaros do Trovão
  
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Nos últimos anos têm surgido alguns novos testemunhos de pessoas que viram o mítico “Pássaro Trovão”, nos EUA, mais especificamente no Alaska . Na verdade este “mito” é dos mais fascinantes da atualidade, ainda mais do que o Bigfoot ou do Yéti. Embora o primeiro relato, de 1890, descreva uma espécie de pterodáctilo, com asas sem penas e uma cabeça semelhante à de um crocodilo, fazendo acreditar numa sobrevivência deste dinossauro do Jurássico até pelo menos os finais do século XIX, a maioria dos testemunhos mais recentes descrevem uma criatura substancialmente diferente. Com efeito, os avistamentos realizados a partir de meados da década de sessenta apontam mais para um pássaro de grande envergadura de asas, quase do tamanho de um pequeno avião.
Os nativos americanos tinham na sua mitologia uma criatura a que chamavam “Pássaro-Trovão” (Thunderbird), uma designação que continou até aos dias de hoje e que serve agora para denominar estes estranhos avistamentos. No passado, houve pássaros com dimensões semelhantes às descritas nestes relatos, como Argentavis magnificens (foto acima) com sete metros de envergadura de asas, que podia chegar aos 20 metros de envergadura. Portanto é teoricamente possível haver tais criaturas nos ares. Alguns criptologistas como John Keel, associaram os avistamentos a tempestades. Parece claro, que aqui, como quanto aos relatos de avistamentos de criaturas humanoides estamos perante precisamente o mesmo dilema: existem testemunhos bastantes e suficientemente credíveis para se saber que estes relatos correspondem a algo, a algum tipo de criatura real e concreta. Serão avistamentos de pássaros de grandes dimensões como águias, condores ou abutres, que sob certas ilusões de óptica parecem muito maiores do que efetivamente são? Parece certo que não existem comunidades suficientemente extensas destas criaturas, já que os seus avistamentos são tão raros e nunca foi encontrado um ninho, ovo ou carcaça… (e eles morrem, certo?). Mas sendo assim… Será que a associação com as tempestades – que aliás é consentânea com o mito indígena está na raíz desta explicação? O que aconteceria que associaria esses pássaros as tempestades? Por que seu surgimento está sempre ligado a grandes tempestades?


01.  Kraken
  
monstros, criptídeos, criaturas, criptozoologia
O Kraken era uma espécie de lula ou polvo gigante que ameaçava os navios no folclore nórdico. Este cefalópode tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. O Kraken tinha fama de destruir navios, mas só destruía aqueles que poluíam o mar e navios de piratas.
O Kraken também pode ser visto na mitologia grega como um polvo gigante com membros humanoides com uma armadura impenetrável e que habitava uma caverna submersa. As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registros visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.
O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas. Os navegadores do Antigo Mundo tinham inclusive cartas de navegação que diziam pontos de possíveis ataques e crendices, como dias do mês e fases da lua que não poderiam navegar porque o mar era do Kraken.

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