quarta-feira, 18 de setembro de 2013

8 Conspirações envolvendo o Vaticano

  O Vaticano, a morada do papa, líder da religião que atualmente possui o maior número de fiéis no mundo. Ao decorrer da história, foi palco de diversos escândalos e polêmicas, e inclusive foi alvo de várias teorias da conspiração. Confira agora 8 delas.



08.  A morte do papa João Paulo I
   O papa do sorriso

  Dentre as várias conspirações que estão ligadas ao Vaticano, essa é uma que merece destaque: A morte do Papa João Paulo I. João Paulo I morreu de forma misteriosa, com apenas 33 dias em que esteve como líder máximo da Igreja Católica. No mesmo dia de sua morte, os termos conspiração e assassinato ganharam grande repercução. A primeira suspeita seria de que ele foi envenenado por um grupo secreto de cardeais de direita que protestavam contra as suas reformas que seriam muito liberais. Outra hipótese é de que ele foi assassinado por que ele estava prestes a revelar um enorme escândalo do Vaticano.

Alguns casos misteriosos permanecem ainda hoje sem serem revelados:
  1. Quem encontrou o corpo? O Vaticano diz ter sido o Secretário papal, mas a agência de notícia ANSA diz que foi uma freira que teria ido levar o desjejum ao papa.
  2. A causa oficial da morte. O Vaticano pronunciou que foi ataque fulminante do miocárdio (infarte), mas como sabem disso se nenhuma autópsia foi feita?
  3. O paradeiro dos objetos pessoais do papa que estavam na alcova papal.
  4. Por que não foi realizada uma autópsia?
  5. A agência de notícias italiana ANSA, afirmou que o corpo não fora encontrado pelo secretário papal, Padre John Magee, mas sim por uma freira. Vicenza que trazia o café da manhã do papa, isso às 4:30 a.m., desmentindo o Vaticano que teria pronunciado 5:30 a.m.
  6. O corpo foi achado ás 4:30 a.m., porém os embalsamadores do corpo do papa, foram chamados, de acordo com relatos, às 4:00 a.m. Sobre isso o Vaticano nunca se pronunciou.
  7. Um escritor que fazia a relação da morte do papa com a polícia comunista e uma seita secreta, foi encontrado enforcado debaixo de uma ponte em Londres. Até hoje não se sabe se foi suicídio ou assassinato. Outros escritores que também escreveram sobre a morte do papa, foram mortos ou extraditados de seu país de origem.
  A respeito do tal escândalo do Vaticano, seria um provável ninho de maçons dentro da Igreja Católica.
  As seitas secretas estão em todos os lugares, dentro de governos, dentro não só da Igreja Católica, mas também dentro do Judaísmo.
  Um bom exemplo disso pode ser encontrado no livro o Código Da Vince, que apesar de ser fictício, tem base em relatos históricos.


07.  Documentos de Jesus Cristo
    Teria Jesus deixado registros escritos?
 
  Às vezes, é alegado que existe uma coleção de documentos que se referem diretamente a Jesus, como a ordem de execução de Jesus, assinada por Pôncio Pilatos, ou documentos que teriam sido escritos pessoalmente por Jesus, explicando aos seus seguidores como conduzir a formação do Cristianismo após sua morte, ou até mesmo a data exata do seu retorno para a humanidade no juízo final. Estes documentos seriam um segredo bem guardado pela Igreja, e supostamente estariam escondidos nos Arquivos Secretos do Vaticano, ou então teriam sido transferidos para um abrigo subterrâneo na época da Alemanha nazista, com medo de que viessem a invadir o Vaticano.
  No entanto não há nenhuma evidência sólida para qualquer uma dessas alegações. Na história, houve somente um documento que foi atribuído ao próprio Jesus, a "Carta de Cristo e Abgarus". Estudiosos em geral acreditam que as cartas foram fabricadas, provavelmente no século III d.C. Mesmo em tempos antigos, Agostinho de Hipona e Jerônimo sustentaram que Jesus não escreveu nada durante sua vida. A correspondência foi rejeitada como apócrifo pelo Papa Gelásio I e um sínodo romano (em 495 d.C.).


06.  O Papa João XXIII
  Várias teorias da conspiração envolvendo o papa

  O Papa João XXIII (1881-1963) foi alvo de várias acusações e teorias de conspiração, que são feitas e defendidas maioritariamente por alguns grupos de católicos tradicionalistas, entre os quais se destacam os sedevacantistas e os conclavistas. Como por exemplo, estes grupos minoritários e marginalizados, defendem que João XXIII era maçom ou rosacruciano; e era um herege modernista por defender o ecumenismo, a liberdade religiosa e a realização do Concílio Vaticano II. Por acusá-lo de ser um herege, alguns até defendem a teoria conspiratória de que João XXIII era um antipapa que usurpou ilegalmente a cátedra de São Pedro, que devia pertencer ao cardeal Giuseppe Siri.
  Existem também alguns grupos, ligados à ufologia ou à detecção e crença de profecias apocalípticas, que defendem que João XXIII teve vários contatos com extraterrestres e redigiu um conjunto de profecias com muitas metáforas que abrangem desde a Segunda Guerra Mundial até ao fim do mundo. Parte destas profecias obscuras foram registadas no livro "As Profecias do Papa João XXIII", de Pier Carpi.
  Os principais grupos católicos não acreditam ou negam todas estas teorias e especulações conspiratórias supramencionadas. Eles defendem-se dizendo que estas acusações, vindas de grupos marginalizados e ávidos de teorias de conspiração, são tão vagas e mal fundamentadas que a Igreja Católica nunca se deu ao trabalho de refutá-las. Eles defendem que todas as dúvidas importantes acerca da santidade, catolicidade e conduta do Papa João XXIII foram clarificadas ou refutadas direta ou indiretamente pela sua beatificação. Eles também mencionam que a Igreja conseguiu beatificá-lo sem grandes problemas e escândalos, sendo um forte sinal revelador do pouco impacto que estas críticas e acusações conspiratórias causaram.


05.  Vicarius Filii Dei
   O número da besta

  A teoria de conspiração do termo “Vicarius Filii Dei” (Vigário do Filho de Deus), considerado supostamente uma expansão do título histórico "Vicarius Christi", é uma expressão utilizada na "Doação de Constantino" para se referir a São Pedro. A partir do século XIX, devido a interpretação de Uriah Smith, alguns argumentam que a frase é identificada com o "número da besta" (666), e seria usada na tiara papal, denominando que o papa seria o Anticristo.
  Porém devido a ausência de imagens ou qualquer fonte do uso “Vicarius Filii Dei” na tiara ou em mitras, bem como a expressão nunca ter sido utilizada como um título oficial, a reivindicação foi abandonada por diversos adventistas do sétimo dia.


04.  A Profecia dos papas
   As profecias de São Malaquias

  As Profecia dos Papas, atribuída a São Malaquias, é uma lista de 112 frases curtas em latim, que supostamente descrevem cada um dos Papas (juntamente com alguns Antipapas), começando com o Papa Celestino II (eleito em 1143) e finalizando com um papa descrito no profecia como "Pedro, o romano", após seu pontificado, não se sabe o que aconteceria, alguns sustentam que se seguiria o Juízo Final, e outros, somente a destruição da cidade de Roma.
  Segundo a lenda, as profecias foram feitas por São Malaquias, bispo de Armagh na Irlanda do Norte. Malaquias em 1139, teria sido chamado a Roma pelo Papa Inocêncio II e lá ele supostamente teve uma visão dos futuros papas, que ele escreveu como uma seqüência de frases enigmáticas. Este manuscrito foi então depositado no Arquivo Romano, e depois esquecido, até sua redescoberta em 1590, quando foi publicado pela primeira vez por Arnold de Wyon, um historiador beneditino, como parte de seu livro Lignum Vitæ. No entanto, as primeiras biografias de Malaquias não fazem nenhuma menção a profecia, e nem é mencionado em nenhum registro antes da sua publicação em 1595, o que pode indicar que seja uma falsificação do século XV.


03.  A lenda da papisa Joana
   Teria realmente existido um papa, mulher?

  A alegação de que uma mulher, muitas vezes chamada de Papisa Joana, tornou-se papa apareceu pela primeira vez em uma crônica Dominicana, em 1250. Ela logo se espalhou por toda a Europa através das pregações de Frades. A história cresceu em embelezamento, mas centrado em um conjunto de reivindicações.
  O prazo para essa reivindicação é tradicionalmente dada como entre 855-858, entre os pontificados de Leão IV e Bento III, no entanto, essa possibilidade é improvável, pois Leão IV morreu em 17 de Julho de 855, e Bento III foi eleito como seu sucessor 29 de setembro do mesmo ano.
  Jean de Mailly, um dominicano francês em Metz, coloca a história no ano 1099, em sua Chronica Universalis Mettensis, que data de cerca de 1250 e dá o que é quase certamente a conta mais antiga fé de uma mulher que ficou conhecida como a Papisa Joana. Seu compatriota Stephen de Bourbon reconhece isso colocando seu pontificado em cerca de 1100. Além disso, Rosemary e Darrell Pardoe, autores de "The Female Pope: The Mystery of Pope Joan", a primeira documentação completa sobre a lenda, supõe que a data mais plausível de seu pontificado seria entre 1086-1108, quando houve um grande número de antipapas, e o reinado dos papas legítimos Vitor III, Urbano II e Pascoal II nem sempre foi com sede em Roma, uma vez que esta cidade foi ocupada pelo imperador Henrique IV, e mais tarde saqueada pelos normandos.
  Geralmente, existem duas versões da lenda.
  • Na primeira, uma mulher inglesa, chamada Joana, foi para Atenas com o amante, e estudou lá;
  • Na segunda, uma mulher alemã chamada Giliberta nasceu em Mogúncia.
"Joana" se disfarça como um monge, chamado Joannes Anglicus; na época, ela subiu ao mais alto cargo da igreja, tornando-se papa. Depois de dois ou cinco anos de reinado, a "Papisa Joana" ficou grávida e, durante uma procissão de Páscoa, deu à luz a criança na rua, quando caiu do cavalo. Ela foi publicamente apedrejada até à morte pela multidão furiosa, e segundo a lenda, estes fatos foram removidos dos arquivos do Vaticano.
  Como consequência, certas tradições afirmavam que os papas ao longo do período medieval eram obrigados a passar por um procedimento em que se sentaram em uma cadeira especial, com um buraco no assento. Um cardeal teria a tarefa de colocar a mão no buraco para verificar se o papa possuía testículos, ou fazer um exame visual. Este procedimento não é levado a sério pela maioria dos historiadores, e não há fontes documentadas. É provavelmente uma lenda grosseira, com base na existência de duas cadeiras de pedra antigas com buracos nos lugares que, provavelmente, datado da época romana e pode ter sido usado por causa de suas antigas origens imperiais. Sua finalidade original é obscura.
  Em um estudo do século XVII, o historiador protestante David Blondel argumentou que "Papisa Joana" é uma história fictícia. A história pode muito bem ser uma sátira, que veio a ser acreditada como realidade - ou não.



02.  Outras mulheres na igreja
   Teorias sobre mulheres infiltradas em cargos eclesiásticos na antiguidade

  Além da fábula da Papisa Joana, circulam diversas lendas sobre mulheres que teriam vestido o hábito sacerdotal. Uma cortesã chamada Margarida ter-se-ia disfarçado de padre e entrado para um convento de homens, onde tomou o nome de Frei Pelágio; Eugênia, filha do célebre Filipe, governador de Alexandria no reinado do imperador Galiano, dirigia um convento de frades, e não descobriu o seu sexo senão para se desculpar de uma acusação de sedução que lhe fora intentada por uma jovem.
A crônica da Lombardia, composta por um monge de Monte Cassino, refere igualmente, segundo um padre chamado Heremberto (que escrevia trinta anos depois da morte de Leão IV), a história de uma mulher que fora patriarca de Constantinopla:
"Um príncipe de Benevento, chamado Archiso, diz, teve uma revelação divina na qual um anjo o advertia de que o patriarca que ocupava então a sede de Constantinopla era uma mulher. O príncipe apressou-se a informar o imperador Basílio, e o falso patriarca, depois de despojado de todas as suas vestes diante do clero de Santa Sofia, foi reconhecido por uma mulher, expulso vergonhosamente da Igreja e encerrado num convento de religiosas."


01.  A Rainha Eudóxia e a reencarnação
  A rainha dos condenados

  Antes mesmo da doutrina espírita de Allan Kardec falar sobre o conceito de reencarnação, outras religiões já mencionavam o tema, como o Hinduísmo, há quase oito mil anos. Também pode-se citar o Budismo; uma ala do Judaísmo, o Jainismo, o Taoísmo, Sufismo (corrente esotérica do Islamismo) e (acredite se quiser) também o Cristianismo. Houve tempos em que a reencarnação era um conceito natural da religião Católica, até o dia em que a Rainha Eudóxia resolveu bani-la da Bíblia, devido ao seu medo de renascer como escrava. Isto foi feito no II Concilio de Constantinopla, no ano de 553. Na Bíblia, Jesus e seus apóstolos falavam claramente sobre o assunto, mas após tal Concilio, apenas algumas poucas passagens restaram na Bíblia, mas elas são claras, não exigindo nenhuma capacidade intelectual maior do leitor para compreender a que estão se referindo. Entre elas:

Malaquias, 4-5:
"Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o terrível Dia do Senhor. Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição."

Mateus, 17-10:  
Mas os discípulos o interrogaram: porque dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro?Então, Jesus respondeu: De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas. Eu, porém, vos declaro que Elias já veio, mas não o reconheceram; antes, fizeram com ele tudo quanto quiseram. Assim, também, o filho do homem há de padecer nas mãos deles.
Então, os discípulos entenderam que lhes falara a respeito de João Batista."

  A Rainha Eudóxia foi uma Imperatriz da Roma Oriental, que viveu de 395-404 d.C. Aelia Eudóxia, era a bela filha do general de origem franca, Bauto. Se casou com o Imperador Flávio Arcádio, exercendo completo domínio sobre o marido, homem bastante apático. Era uma católica devota e incentivou a destruição do paganismo em Gaza.
  Especula-se que dentro dos arquivos secretos do Vaticano, haja documentos considerados "apócrifos" que contenham referências bíblicas sobre a reencarnação, que foram posteriormente suprimidas da Bíblia.





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