terça-feira, 13 de agosto de 2013

American Horror Story

Asylum, Coven, Horror, AHS, American, Story, Terror, série, FX, tv
  Eu vou comentar aqui sobre um seriado muito f*da, que se você é amante de terror e suspense, com certeza vai gostar, e se você ainda não conhece, vale a pena conferir.


  American Horror Story, é um seriado norte-americano de terror-drama criado e produzido por Ryan Murphy e Brad Falchuk (sim, os mesmos do Glee). Descrita como uma série antológica, cada temporada é concebida como uma minissérie independente, seguindo um conjunto de personagens e ambientações distintas, e um enredo com o seu próprio "começo, meio e fim. A duração média dos episódios é de 45 min.
  A série é transmitida na televisão pelo canais fechados FX nos Estados Unidos e FOX no Brasil. A primeira temporada estreou em 5 de outubro de 2011 nos EUA e 8 de novembro de 2011 no Brasil, e foi concluída originalmente em 21 de dezembro de 2011. A segunda temporada estreou em 17 de outubro de 2012 nos EUA e 30 de outubro de 2012 no Brasil.
  Com o sucesso das primeiras temporadas, o AHM vai agora para a sua terceira temporada. A produção e gravação da terceira temporada começou no final de julho de 2013 para uma estréia prevista para o início de Outubro.

Asylum, Coven, Horror, AHS, American, Story, Terror, série, FX, tv

  Eu, ainda não assisti todos os episódios disponíveis, então vou fazer os comentários sobre a primeira temporada.
  A primeira coisa que você deve saber antes de assistir é que toda a estrutura foi montada de forma completamente diferente dos filmes de terror que estamos acostumados a assistir no cinema. Sustos são raros no dia a dia da família Harmon, então pode esquecer aquelas redundantes situações de tensão que sempre terminam com algum monstro ou fantasma pulando em direção à tela ao som de violinos estridentes. O “horror” do título não vem deste artifício batido, mas sim do desconforto gerado pelo desconhecido, aquela ansiedade por tentar descobrir o que vai ocorrer em seguida.
  Ao contrário do comum, as assombrações que vivem na casa amaldiçoada em que todo o enredo se centraliza aparecem o tempo todo, na grande maioria das vezes dispensando qualquer forma de suspense. Essa abordagem foi escolhida para que nós pudéssemos criar um interesse muito maior em quem são estas entidades e quais são suas motivações para atormentar a vida dos novos moradores.

Quanto à progressão da narrativa, a série entope o telespectador com informações. Não há lenga-lenga na
Asylum, Coven, Horror, AHS, American, Story, Terror, série, FX, tv
forma em que o conto se desenvolve, a maioria dos problemas são introduzidos e resolvidos em uma velocidade atordoante e, em certas ocasiões, levantam ainda mais questões. Esta dinâmica ágil certamente espantará alguns espectadores, mas ao fim do primeiro episódio já fica fácil se adaptar.

  Ao fugir do que já havia sido feito pelo gênero “horror” na televisão, os produtores se arriscaram em uma abordagem inexplorada. Com assombrações e monstruosidades sendo quase tão aprofundadas quanto os próprios protagonistas da história, elas acabam sofrendo um efeito colateral inédito com a super exibição: a humanização do inumano torna suas participações mais críveis, mas também mais perturbadoras.
  O desconhecido é a fonte de todos os medos. Se pulamos do sofá ao ver apenas o seu vulto, passar horas estudando isso torna ainda mais desconfortável, principalmente porque seus criadores não têm o menor receio em mudar completamente o cenário de uma hora para a outra.
  Ou você vai adorar “American Horror Story” ou o odiará. Infelizmente, não há nem como ter noção de qual dos dois grupos você se encaixaria, simplesmente porque nunca antes um conto de terror foi enquadrado nos mesmos moldes. No entanto, a criatividade e coragem do seriado são qualidades tão inquestionáveis no seriado. É como Coca-Cola: É bom, não há como negar. Mas ou você gosta ou não gosta.







Compartilhe no Facebook Compartilhe no Tweeter Compartilhe no Google+ Inscreva-se no nosso Feed Voltar ao Início Image Map

Comente com o Facebook: