quinta-feira, 25 de julho de 2013

O Chupacabras

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  Março de 1995, Porto Rico. Oito cabras são encontradas mortas, cada uma com 3 perfurações no tórax e seu sangue havia sido completamente drenado. Começaria aí uma onda de ataques que se alastrou por toda América Latina e até na Flórida - Estados Unidos, vindo até o Brasil. O nome "chupacabras" foi-lhe dado devido aos ataques em Porto Rico em 1995, mas a origem da lenda está relacionada a mutilações de gado que começaram a se tornar assunto de especulações sensacionalistas nos EUA, em 1967.
  No Brasil, ocorreram vários ataques entre 1997 e 2000; se você é dessa época, deve se lembrar das notícias. Eu como morador do interior de São Paulo, vi vários casos de fazendas que tiveram não só cabras, mas outros animais atacados pelo temível chupa-cabras, levando o terror às populações locais.
  Se você ainda não ouviu falar sobre o chupa-cabras, ou já ouviu e tem curiosidade de conhecer melhor sobre o assunto, confira mais essa matéria do Zona 33.


Como começou a febre

 Mutilações de Gado nos EUA
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    Nos EUA, a partir do caso de uma égua chamada Snippy, em 1967, houve insistentes boatos sobre mutilação de gado por supostos extraterrestres, que teriam cortado cirurgicamente partes do corpo e deixado os cadáveres para trás.
Sempre que especialistas puderam examinar as carcaças, deram explicações racionais. No caso de Snippy, o veterinário concluiu que ela havia sofrido uma infecção generalizada, causada por tiros nas patas e depois sacrificada com um golpe de instrumento cortante na nuca. O descarnamento da cabeça e pescoço, deixando a maior parte da carcaça para trás, foi o resultado de pegas e outros corvídeos - que não conseguem picar através do couro de um cavalo, mas comem a carne e a pele se encontrarem uma brecha - terem tirado proveito do corte da nuca.
  Em 1979, o FBI fez uma ampla investigação dos casos, procurando determinar se as mutilações eram Canis latrans) que, como esclareceu o patologista, são capazes de fazer cortes que, a olho nu, podem parecer limpos e nítidos como os de uma faca afiada, embora um exame mais cuidadoso mostre como foram rasgados. Em outro caso o veterinário informou que a morte foi devida a uma raposa vermelha (Vulpes fulva) e outros, ainda a necrófagos. O relatório menciona o caso de um corvo observado em Manitoba, Canadá, que despedaçou um réptil e lhe tirou o fígado sem tocar o resto, deixando apenas um furo na pele. Em alguns casos, havia evidências de ação humana, tais como uso de tranqüilizante e anticoagulante antes da mutilação, mas não foi possível identificar os responsáveis ou seus motivos. Podia se tratar de sociopatas, algum tipo de ritual ou mera busca de publicidade.
criminosas, recorrendo a exames por especialistas em universidades. A conclusão, no relatório de autoria de Kenneth Rommel, foi de que praticamente todos os casos se deviam a predadores, principalmente coiotes (Canis latrans) que, como esclareceu o patologista, são capazes de fazer cortes que, a olho nu, podem parecer limpos e nítidos como os de uma faca afiada, embora um exame mais cuidadoso mostre como foram rasgados. Em outro caso o veterinário informou que a morte foi devida a uma raposa vermelha (Vulpes fulva) e outros, ainda a necrófagos. O relatório menciona o caso de um corvo observado em Manitoba, Canadá, que despedaçou um réptil e lhe tirou o fígado sem tocar o resto, deixando apenas um furo na pele. Em alguns casos, havia evidências de ação humana, tais como uso de tranqüilizante e anticoagulante antes da mutilação, mas não foi possível identificar os responsáveis ou seus motivos. Podia se tratar de sociopatas, algum tipo de ritual ou mera busca de publicidade.

O Vampiro de Moca
chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabra  Notícias sobre as mutilações de gado nos EUA eram freqüentes nos jornais sensacionalistas quando se ouviu falar pela primeira vez de caso análogo em Porto Rico, em 25 de fevereiro de 1975 no povoado de Moca. Foi o jornal El Vocero quem difundiu amplamente os casos e batizou o predador com o nome de "O Vampiro de Moca”. A crença popular atribuía a “morcegos vampiro” as mortes dos animais.
  Segundo se dizia, as feridas pareciam produzidas por uma punção ou instrumento cortante, que destrói a seu passo os órgãos vitais. No caso das aves, tinha um diâmetro ao redor de 6,4 milímetros, e no das cabras, de mais de 25,4 milímetros. - A localização da ferida variava, embora em sua maioria estivesse no pescoço ou peito do animal. Todos os casos ocorreram de noite, principalmente em horas da madrugada.
  Os membros da Comissão de Agricultura do Senado e o comando da polícia especularam que o causador fosse um ser humano desequilibrado ou uma seita satânica; posteriormente mais mortes foram registrados na ilha, reportadas por muitos fazendeiros. Cada animal teve seu sangue drenado por uma série de incisões circulares. Normalmente atacam as cabras nas cidades mais pequenas, quando as fêmeas tem o cio. Logo após os primeiros registros dos incidentes em Porto Rico, várias mortes de animais foram relatadas em outros países como a República Dominicana, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Panamá, Peru, Brasil, Estados Unidos e México.


"El Chupacabras"
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  Em dezembro de 1994 voltaram a se ouvir relatos semelhantes dos povoados de Orocovis e Corozal, no centro da ilha de Porto Rico, e posteriormente em Canovanas (costa norte), Fajardo e Gurabo (leste) e Alaranjado (centro). Também foi visto em Lajas e Bellavista no Ponce.
Nesta ocasião os jornalistas utilizaram um nome com maior penetração na população: chupacabras. Era a primeira vez que se utilizava tal apelativo. E o êxito não se fez esperar, logo todos na ilha falavam desse “animal”.
  Os primeiros relatos das testemunhas eram contraditórios. Falava-se de criaturas com estaturas que iam de 0,90 a 1,80 metros. Os braços eram descritos como largas pinças de caranguejo, ou braços pequenos com mãos palmadas de três dedos. Alguns diziam que a cabeça era redonda, outros que era alargada, em forma de pêra. De acordo com algumas testemunhas as pernas do ser eram parecidas com as dos répteis, mas outros afirmavam que se pareciam mais às das cabras. O chupacabras tinha os olhos grandes e vermelhos, e uma espécie de escamas pontiagudas em suas costas que parecem membranas que trocam de cor do azul ao verde, vermelho, púrpura, etc. Outros lhe tinham visto o corpo completamente coberto de pêlo negro.
Tampouco havia concordância na forma de se mover. Dizia-se que era capaz de correr muito rapidamente, subir árvores e saltar mais de 6 metros. E por outro lado se afirmava que tinha as patas atrofiadas; e era incapaz de caminhar, muito menos de correr, por isso se deslocava voando.
  A partir de algumas das descrições do chupacabras, jornalistas portorriquenhos publicaram esboços que claramente foram tomados como modelo dos testemunhos posteriores. As descrições passaram a ser bem mais uniformes.


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Descrições'

As principais formas dadas aos chupa-cabras incluem as seguintes:
  • Reptiliana: pele cinza ou verde, escamosa e con espinhos que correm pelo dorso, de 0,9 a 1,2 metro de altura, saltando como um canguru, com focinho similar ao de um cão ou pantera, língua bifurcada e presas compridas. Assobia quando alarmado e deixa um cheiro de enxofre.
  • Mamífero: também tem postura e salto de canguru e pele grossa com pelo facial cinzento. Cabeça semelhante a um cão, dentes grandes. Alguns disseram tê-lo visto saltar mais de 50 metros em linha reta, sem uso de asas ou outro meio de sustentação no ar.
  • Morcego: pelo negro, olhos vermelhos, cabeça ovalada, com asas de morcego. Às vezes se arrastam sobre quatro patas, outras se põem de pé como marmotas. Seriam muito rápidos, podem escalar e correm para longe quando são vistos.
  • Canina: vista como uma raça estranha de cão selvagem sem pelo, com espinha e órbitas oculares muito pronunciadas e dente e garras típicas de caninos. Vários apresentados como chupa-cabras abatidos ou encontrados mortos e submetidos a análises anatômicas ou genéticas mostraram ser coites, raposas ou cães, alguns deles mestiçados ou de aparência atípica.
  • Anfíbia: pele rocha, braços longos, lingua comprida e dentes muito pequenos.
  • Felina: pelo amarelo, unhas afiadas, apresenta dois dentes compridos e afiados. É rapido para escalar paredes e outros obstáculos que impedem sua fuga. 
Algumas das características relatadas:
  • Altura: descreve-se um ser de 40 a 180 centímetros.
  • Cabeça: triangular, em forma de pêra, e redonda.
  • Face: uns disseram com face de canguru, outros viram um bico comprido e afiado, com o focinho curto mas pontiagudo, ou com uma tromba de 30 centímetros.
  • Presas: a maioria reportou duas, mas há alguns testemunhos de três presas, descritas como curtas, compridas, afiadas e tubulares.
  • Orelhas: há relatos com pequenas orelhas alargadas e dispostas para cima, e outros em que se diz que em lugar de orelhas havia duas fossas.
  • Olhos: alguns redondos. Outros rasgados com uma tonalidade alaranjada e avermelhada, mais de acordo com os cânones ufológicos.
  • Patas: em um caso, amostras de estuque mostram um ‘rastro que é parecido com o talão de um ser humano, mas com três dedos como garras de águia’ (sic). Em outro caso, viram patas curtas em forma de rã. As patas são pequenas, por isso caminha curvado, ou grandes, o que lhe permite dar grandes saltos.
  • Braços: extremidades superiores atrofiadas e pregadas ao torso, cuja constituição se semelha a uma membrana que se estende entre seus flancos, o que lhe daria a aparência de um morcego. Outros dizem que se parece com um morcego sem asas. Há outros que lhe viram umas aletas nas costas, quer dizer, os braços não formam parte da membrana alar.
  • Mãos: O que podiam ser as mãos foram qualificadas como pequenas garras.
  • Pele: coberta de pêlo curto, segundo uns, mas um disse ter visto uma “pessoa” com meio metro de estatura totalmente albina e nua. Outros dizem que o corpo está coberto por pêlo muito comprido.
  • Cor: albino, azulado, cinza ou negro. Também se disse que, como os camaleões, sua pele troca de cor em tonalidades que vão do negro e azul ao vermelho e violeta.
  • Vôo: Emite um forte zumbido ao voar e seu vôo é grácil e veloz. O que se contrapõe com a declaração de uma testemunha "Sua forma de voar é muito torpe". 
Características do fenômeno:
  • ocorrência durante a noite;
  • ausência de barulhos ou agitação dos animais;
  • ausência de marcas no solo ou na vegetação, indicando sinais de ataque ou luta;
  • ferimentos ou incisões nos pescoços dos animais mutilados;
  • ausência de sangue nos corpos dos animais;
  • ausência de marcas de sangue externamente; 
  •  remoção de alguns órgãos; 
  •  remoção de fetos (em um dos casos pelo menos, no Brasil); 
  •  vários animais atingidos, no mesmo local e na mesma noite; 
  •  presença algumas vezes constatadas, na região próxima, de seres horripilantes; 
  •  observações frequentes de ONVI's nas regiões afetadas e por ocasião dos fatos. 

A Difusão do Chupacabras

  Em finais de 1995 o programa sensacionalista estadunidense Inside Edition fez uma reportagem sobre o chupacabras, logo seguido por outros programas do gênero: Hard Copy, Encounters, Ocurrió Asi e Primer Impacto.
  Assim que os programas foram transmitidos da Flórida para as tevês em língua espanhola das Américas, começaram a se apresentar os primeiros relatos em outras partes do contiente, a começar pela própria Flórida. Logo os relatos se estenderiam a Venezuela, Guatemala, Colômbia, Honduras, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, outras partes dos Estados Unidos e México. Também se ouviu falar de chupa-cabras no Brasil, Peru, Bolívia, Chile e Argentina, mas com menos insistência.

México
  Foi no México que a onda de chupacabras atingiu maiores dimensões. Começou em Tijuana, em fevereiro de 1996, quando começaram a aparecer novilhos e cabras massacrados no interior de seus currais, como se seus corpos tivessem sido cortados com um facão e com dois ou três pequenos buracos no pescoço.
  Três meses depois, o engenheiro e pesquisador mexicano Luis Ruiz Noguez fez um levantamento dos testemunhos surgidos em seu país: dos 32 estados, havia relatos em 19, atacando humanos, vacas, novilhos, cães, gatos, porcos, galinhas e pombas. Até 17 de maio de 1996, contabilizou "692 novilhos, 168 galinhas, 104 cabras, 102 pombas, 36 néscios, 10 porcos, 8 vacas, 8 gatos, 8 coelhos e 2 cães. No total, 1.138 animais".

No Brasil
  Por todo o Brasil, desde 1997 têm sido reportados casos de ataques do chupacabras, desde o Norte/Nordeste do país, chegando até mesmo em Curitiba - Paraná. Após a virada do ano 2000, o assunto parou de ser notícia, sendo mais esporádicos os ataques. No entanto, até os dias de hoje, não só no Brasil, como em todo o mundo, continuam tendo ataques à animais, em que têm seu sangue completamente drenado; e em alguns casos têm também alguns órgãos removidos.
  No Sul de Minas o caso se tornou famoso com a chegada do exército brasileiro que à época chegou-se a comentar teria capturado um destes animais que se alimentava somente do sangue dos animais. Consta que o animal capturado teria sido entregue as forças armadas norte-americanas. Nunca houve confirmação oficial dos fatos... como sempre.

Porto Rico, 2012
  Em 2012 os ataques recomeçaram. Em meados de junho, os chupacabras voltaram às manchetes. Os primeiros ataques aconteceram na Ilha de Vesques, ou ilha Nena, um pequena porção de terra insular, município que faz parte parte do território da chamada Ilha Madre que é Porto Rico.
   Ali, não somente ruminantes mas cavalos, coelhos e aves apareceram mortos, como as 30 galinhas e galos do morador José Martínez, 26 anos (em 2012) e sua esposa, Jeami Peralta. Martinez conta: Acordei às 5:30 da manhã para alimentar os galos e galinhas. Estava escuro então, usava uma lanterna. Quando vi, as galinhas estavam mortas nas gaiolas, pálidas, com buracos nas costas. Não tinham sangue. Parecia um campo de batalha.
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Uma das aves de Martinez, de Vieques. As aves foram encontradas mortas por um misterioso agente. Todo o sangue dos corpos foi drenado. Junho, 2012. 

  O jornal El Nuevo Dia fez a reportagem no local e registrou as pegadas de um animal próximas ao local das mortes. A população ficou assustada. Surgiram rumores de que há uma pantera à solta na ilha. O animal que seria propriedade de um turista norte-americano cujo iate aportou naquele litoral, na praia de Punta Arenas - teria fugido, embrenhando-se na floresta.
   O comissário de polícia da cidade de Vesques, José Belardo, que informou os fatos à Defesa Civil e Gestão de Emergências - não confirmou a hipótese da pantera: Não há nenhuma evidência física. Apenas rumores. Mas não se pode negar que a população está com medo.

* Além disso, panteras dilaceram suas presas para comer; não fazem furos e se alimentam com canudinhos. A não ser que seja uma engenhosa pantera desdentada (hehe).

   As galinhas de Mr. Martinez não foram as únicas vítimas. No bairro de Martineau, vários coelhos também apareceram mortos, sem sangue, com um orifício no corpo. O mesmo foi verificado com alguns cavalos, que andam pelas livremente pelas ruas da cidade.
  Um fato a ser considerado na possível existência dessas estranhas criaturas, especialmente na Isla Nena, é que - no passado, os ilhéus tiveram atritos com a Marinha norte-americana e correram boatos que de que em Vieques foram realizadas experiências genéticas. Por isso, muitos moradores do lugar acreditam que os chupacabras (e também as gárgolas, que são algo como chupacabras alados) são animais mutantes que escaparam dos laboratórios militares.

UFOS, Gárgulas e Chupacabras

  Segundo alguns pesquisadores, o Chupacabras é de origem alienígena e começou a visitar a Terra recentemente. No entanto, a sua  semelhança com as gárgulas em arquitetura gótica sugere manter sua "visita" na Terra por um longo tempo.
  Uma estranha criatura com asas como as de um morcego que foi chamada de gárgula atacou vários animais e até mesmo uma pessoa, segundo depoimento de moradores de Guánica - Porto Rico.

Gárgulas
   Os ataques da "gárgula" tem alguma semelhança com o mítico chupacabras, uma vez que age na escuridão da noite e, supostamente, suga o sangue de suas vítimas.
  Algumas pessoas o identificaram como o chupacabras, mas outros acreditam que é uma criatura diferente, indescritível e sinistra, que tem seu covil no bairro Ensenada, entre as ruínas e túneis da Central Guánica, onde dizem que estão os esqueletos de suas vítimas.

chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabra  Os encontros com a gárgula já são registrados há muitos anos, principalmente em Guánica, Lajas e também em San Germán. 
  A criatura tem sido vista por pessoas que optaram em não fazer um relato à polícia, ou por medo de que os rotulem de loucos, ou serem objetos de piadas.
  Com exceção de um policial e um professor, que investiga fenômenos estranhos, as outras pessoas entrevistadas não autorizaram a publicação de seus nomes.
A gárgula é um ser mítico, mistura de pessoa e pássaro monstruoso, representado em estátuas de pedra que ficam localizadas na borda de catedrais e outros edifícios.

 Atacou uma pessoa
"Tinha ferimentos no estômago, se via a gordura do abdômen", disse uma testemunha que descreveu os ferimentos que um homem recebeu no estômago e nas costas como "feitas pelas garras de um animal .
 " A testemunha disse em um tom sério que o ferido levantou a camisa que usava após o ataque e disse que um animal de "grandes asas" o atacou de surpresa no pátio de casa.
  O ferido, chamado Valdo, também falou com policiais que patrulhavam a área onde foi atacado, perto da Laguna de Guanica, em meados dos anos 90.
chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabra   O policial Miguel Negron disse que não viu o que é popularmente chamado de gárgula, mas há dois meses, enquanto patrulhava com um outro guarda a área da antiga central Guánica, ouviu fortes batidas de asas, como se alguma coisa voasse do telhado de zinco de um guindaste da central.
  O agente Negron disse que alguns descreveram a gárgula, como um pássaro relativamente grande, que emite cheiro de enxofre ou podridão, e se alimenta de animais vivos, tais como cães, gatos e cavalos, sugando o sangue.
  Por sua parte, o professor Reinaldo Ríos, um investigador de fenômenos estranhos e objetos voadores não identificados, disse que os testemunhos que tem ouvido descrevem a gárgula como um ser grotesco e alado.
  A criatura sai à noite ou de madrugada, por isso há poucas aparições. Não há fotos ou vídeos do fenômeno, que ataca os animais saudáveis, ao contrário de um predador que procura animais doentes ou fracos.
  Ríos sugere que possa ser uma mutação ou um "cruzamento genético, produto de experiências avançadas".

Lendas Antigas
  Uma lenda francesa gira em torno do nome de São Romano (+ 641 D.C), primeiro chanceler do rei merovíngio Clotário II, que foi feito bispo de Ruão. A história relata como ele e mais um prisioneiro voluntário derrotaram "Gárgula", (La Gargouille), um dragão-do-rio (ou serpente-do-rio) que vivia nos pântanos da margem esquerda no rio Sena, em Ruão, e que afundava os barcos e comia as pessoas e os animais da região. Um dia, o bispo atraiu a Gárgula para fora do rio com um crucifixo, e usando seu lenço como cabresto, levou o monstro até à praça principal. Lá, os aldeões a queimaram até a morte. Porém, a cabeça e pescoço do dragão não arderam, pelo que acabaram por ser colocados numa parede da igreja.
  Após isso, figuras esculpidas de gárgulas, teriam sido usadas em construções para espantar o "mal", talvez fossem usadas para espantar outras criaturas iguais a esta.
   Lendas, histórias que vêm desde tempos inomináveis nos remontam a histórias de criaturas fantásticas, algumas fazem referências a fatos que ainda assombram nosso mundo nos dias de hoje. Seria coincidência, apenas "estórias" ou algo mais?

Na Ufologia
  Atualmente há duas correntes, uma tenta associar ao chupacabras à imagem de um animal canídeo ainda desconhecido da ciência, frequentemente associando ele à uma imagem de um coiote sarnento, alegando ser esse o responsável pelo inscríveis ataques. Outra, no entanto, associa o Chupacabras à seres alienígenas; dado a avistamentos frequentes de OVNIS nos locais onde acontecem os ataques. As teorias, sã de que o Chupacabras trata-se de uma espécime alienígena que visita nosso planeta, uma experiência alienígena usada para recolher material genético para experimentos ou uma experiência alienígena apenas "deixada" no nosso planeta sem propósito algum.
  O fato é que realmente há avistamentos de OVNIs em toda parte do mundo onde ocorrem esses ataques, seria apenas paranoia, coincidência ou fato?




Os ataques se restringem apenas à animais?

"Nem só de cabras vive o Chupacabras"

Aposentado de 53 anos encontrado morto, possível vítima de ataque do Chupacabras.
  O cadáver foi encontrado no mês de abril de 1997, na represa de Guarapiranga, zona Sul de São Paulo. A forma como o corpo se encontrava, quando foi resgatado, era macabra: estava mutilado externamente e não possuía nenhum órgão interno.
chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabraA vítima tinha como hábito pescar numa ilha deserta, localizada no meio da represa. Para isso ia a nado, vestindo apenas uma cueca. Os médicos não conseguem explicar a forma como foram retirados os órgãos. No corpo do aposentado foram encontrados pequenos furos simetricamente recortados, impossíveis de serem feitos no meio do mato, que induzem a hipótese de que os órgãos tenham sido sugados.
   Embora tenha sido achado com a roupa de baixo ainda no corpo, o cadáver do aposentado estava sem os testículos, com o pênis ereto e escurecido. Seu ânus estava perfurado e sem o reto. Braços, umbigo, pernas e pés também possuiam o mesmo escurecimento. Foram ainda retirados olhos, orelha, língua e todos os orgãos internos.
O mais aterrorizante foi a única conclusão a que a equipe do IML chegou: "essa vítima apresenta lesões com características de reação vital", o que indica que estava viva enquanto sofria as mutilações. Todos os indícios levam a crer que o aposentado teria sido atacado por um chupa-cabra. Tenso.




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"A Análise Z33 não reflete à imparcialidade do artigo em si, mas sim a opinião e declarações do autor".

  Quando tudo não passa de "história de pescador", costumamos relevar o assunto e às vezes deixar na dúvida. Mas quando temos diversos casos, avistamentos, e provas tão contundentes, não se pode negar de que trata-se muito mais do que histeria coletiva e lorotas. Analisando o Modus Operandi do Chupacabras e fazendo uma síntese dos relatos, podemos refletir melhor acerca do assunto.

Discrepâncias, Galileu e Etc
  Uma pesquisa recente empreendida por Benjamin Radford concluiu que a primeira descrição de um chupa-cabras, em Porto Rico, descrita pela primeira testemunha, Madalena Tolentino, foi baseada num monstro conhecido como Sil (foto abaixo), personagem do filme de ficção “Species”. Outro detalhe é que, coincidentemente, Madalena havia assistido ao filme semanas antes de ter testemunhado o suposto chupa-cabras em sua fazenda. De acordo com Radford, isso coloca em xeque toda a estrutura da busca por uma nova espécie animal (ou seja lá o que for), uma vez que está associada a um fenômeno midiático de uma testemunha duvidosa.
chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabra  Já não bastasse esse tipo de coisa, ainda há os relatos quanto à aparência do monstro. Há bastante discrepância entre os relatos, cada testemunha insiste em dar um tipo de característica ao Chupacabras, por exemplo: Nos países hispânicos, onde dão à ele um aspecto alienígena e reptiliano, enquanto nos Estados Unidos a tendência é descreve-lo mais como a aparência de um cão selvagem.
  O que podemos notar com isso, é a clara influência cultural e de crenças de cada população. Seria essa uma clara declaração de que tudo isso não passa de histeria coletiva e há uma explicação "sensata" para tudo isso? Depende do que você classifica como sensato.
  Em 1633, Galileu Galilei foi condenado no Tribunal do Santo Ofício, por defender sua crença de que o Sol é o centro do nosso sistema, e não a Terra, como acreditavam. Pietro Redondi, em seu livro Galileu Herético, mostra que o verdadeiro motivo de sua condenação foram as implicações teológicas de suas idéias a respeito da constituição da matéria. Compreende o X da questão?
  Após o ápice do furor da mídia à respeito do chupacabras, começaram a surgir "especialistas" que declaravam ter solucionado o mistério do chupacabras, alegando ser uma espécie de coiote (mais uma vez mostrando aquelas velhas imagens batidas de coiote sarnento). Houve também outros que vieram com a explicação de que tudo isso foi causado por uma "nova bactéria" que consome o sangue.
  Bom, então vamos lá. Se realmente foi descoberto o animal que supostamente é o responsável pelos ataques, o "temível" chupacabras, porque cargas d'água então ele não foi catalogado nem nada do tipo? E
quanto à "bactéria hematófaga", tal coisa causaria um alarde quanto à possíveis contaminações e risco à população, tenso em vista a enorme propagação e extensão territorial dos ataques, que ocorreram não só na América Latina, mas também nos Estados Unidos e Rússia. Isso não é imparcialidade por parte dessas pessoas, mas sim torcer a verdade para o lado do Senso Comum, para a explicação mais cômoda que não vá ferir o sistema de crenças aceito pela maioria (no caso, as crenças que são interessantes para as "autoridades" que a grande massa acredite).
chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabra  Isso me lembra do incidente de Roswell em 1947 no Novo México, Estados Unidos. Em um dia, uma espaçonave alienígena acidentada; no outro, um balão meteorológico. Mesmo com tantas testemunhas, com tantos oficiais abrindo o bico depois, o que prevalece é a verdade da mídia. A verdade da mídia é o lucro, e quem controla a mídia são os patrocinadores, o que é melhor para eles, é o que é oferecido como verdade. Pense qual seria o impacto nos seus interesses a implicação de uma mudança em tudo o que acreditamos? Pense nisso. Hoje dizem que o caso está encerrado e que após "solucionarem" o mistério do chupacabras, os ataques cessaram. A verdade é que o mistério não foi solucionado e tampouco os ataques pararam, o ritmo pode ter diminuído, mas a única coisa que parou, foi de serem noticiados na mídia. Até hoje os ataques continuam.

  Então eu devo aceitar como verdade tudo de estranho e bizarro que vejo? Claro que não. Você deve aceitar o que você acha certo, o que sua inteligência calcula fazer sentido, não à primeira vista, mas investigar para concluir, e não aceitar cegamente tudo que lhe empurrarem como verdade.
  E quanto ao chupacabras, partindo do pressuposto de que você não engole as desculpas esfarrapadas que empurram, como tentativa de dar o caso como encerrado. Então de que ponto partir? Como se encontrar com tantos relatos conflitantes e histórias no mínimo "sem noção" ?!

Pareidolia, Índios, Caravelas e Cabras
  Há uma história que diz, que quando as caravelas de Colombo chegaram ao litoral norte-americano, os índios não as viram. Por não as conhecerem e não saberem o que era uma caravela, seus olhos não identificavam os barcos. O chefe da tribo percebeu que as águas moviam-se de forma estranha e fixou melhor o olhar. Então viu os três barcos à distância. Os outros índios só conseguiram vê-los quando o chefe lhes descreveu o que estava a ver. E, de repente, “puf”, os barcos estavam ali.
  Você sabe o que é Pareidolia?
chupacabras, ufologia, chupa cabra, chupa-cabras, mutilação de gado, et, chupacabra  A pareidolia é um fenômeno psicológico que envolve um estímulo vago e aleatório, geralmente uma imagem ou som, sendo percebido como algo distinto e com significado. É comum ver imagens que parecem ter significado em nuvens, montanhas, solos rochosos, florestas, líquidos, janelas embaçadas e outros tantos objetos e lugares. Ela também acontece com sons, sendo comum em músicas tocadas ao contrário, como se dissessem algo. A palavra pareidolia vem do grego para, que é junto de ou ao lado de, e eidolon, imagem, figura ou forma. Pareidolia é um tipo de apofenia (fenômeno cognitivo de percepção de padrões ou conexões em dados aleatórios). Em situações simples e ordinárias, este fenômeno fornece explicações para muitas ilusões criadas pelo cérebro, como alguns fenômenos que podem ser erroneamente considerados paranormais.
  Agora considere que aquelas pessoas possam realmente ter visto algo, mas uma coisa tão fora dos nossos padrões que não puderam reconhecer, então seus cérebros ofereceram uma interpretação própria do fenômeno, incluindo elementos que melhor se encaixam no contexto segundo a própria experiência (no caso da mulher de Porto Rico, foi incorporar a figura da Sil, que talvez seja o algo mais estranho que ela tenha visto).
  Então o monstro Chupacabras existe? Talvez sim, talvez não. Talvez seja algo além da compreensão humana, talvez seja alguma entidade interdimensional, algo que nossa compreensão não pode explicar, ou talvez possam ser vários seres de espécimes e aparências diferentes, o que explicaria a diversificação nos relatos. Ou também possa ser nenhuma dessas alternativas.
  Mas onde há fumaça, há fogo. Onde há o interesse de dar o assunto por encerrado, oferecer uma explicação simples para que as pessoas mais leigas possam "engolir", pode ter certeza que há algo de errado. Portanto sempre devemos investigar. O fato é que há algo de muito estranho, milhares de animais encontrados sem sangue (talvez não sem uma gota sequer como muitos exageram, mas com certeza drenados), com órgãos removidos, e não em uma só região podendo caracterizar como resultado de operação de alguma seita local, mas é um fenômeno mundial.
  Agora pense. Quando você vai no laboratório tirar sangue é para quê? Quando os cientistas dissecam os animais e removem os órgãos é para que?
  Acertou se você respondeu que é para analisar o material retirado. A pergunta agora é: Quem está removendo todo esse material genético para analisar, e mais... para quê? E... o responsável por isso é daqui?
  Ficam as perguntas, busquemos pelas respostas.




Possíveis explicações para o assunto e teorias encontradas na rede


1. Um ser do espaço
  Seria o maior radiotelescópio do mundo, o de Arecibo, que fica no coração de Porto Rico o culpado? Ele já foi usado para enviar ondas de rádio ao espaço com mensagens de comunicação em busca de contato com extraterrestres. Seth Shostak, quando indagado sobre o assunto, diz que não tem nada a ver e que para ele, chupacabras não existe. Assim, aqui assumimos que o chupacabras é um ET.
2. Um cachorro
  Para diversas pessoas, o chupacabra teria uma explicação bem deste mundo e bastante natural. Ele seria simplesmente um cachorro selvagem. Esta teoria tem um problema, pois não consegue explicar porque os animais ficaram sem uma gota de sangue no corpo.
3. Um inseto que sofreu mutação
  Outra Marco Reynoso, que vai até a cidade de Linares para saber sobre um ataque de chupacabras. Para ele o chupacabras é a mutação de um grande inseto.
4. Vizinho interdimensional
  Mas como o chupacabras saiu de Porto Rico e foi para o continente em menos de um ano? O pesquisador Scott Corrales, explica que existem diversos universos paralelos e o chupacabra utilizou uma espécie de portal interdimensional. A floresta El Yunque, famosa em Porto Rico como um local de acontecimentos muito estranhos, seria uma destas portas interdimensionais.
5. Experiência da CIA que fugiu ao controle
  Existe ainda um outra explicação. Segundo o pesquisador Orlando Pla, o chupacabras tem a ver com os EUA. Os militares e Porto Rico tem uma relação estreita, veja o porque. A CIA fazia experiências muito estranhas na ilha, já que não podem fazer nos EUA. Em 1950 as mulheres receberam injeções de controle de fertilidade. Em 1960 eles recebem o agente laranja. E ainda mais. Na segunda guerra mundial, nas Filipinas, os soldados americanos inventaram a história de um monstro chupador de sangue para evitar os nativos de lutarem na selva. Orlando diz que a CIA tentou criar de verdade o monstro chupador de sangue.
  O Xerife Ismael Aguayo também acredita que o chupacabra seja uma experiência da CIA que fugiu ao controle e conseguiu escapar.





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