sábado, 13 de julho de 2013

Foo Fighters

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  Normalmente quando alguém lê "Foo Fighters", pensa se tratar da banda de rock comandada pelo ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl. Mas você sabe de onde surgiu o termo foo fighter?! Como a primeira postagem do blog  ZONA 33, irei falar sobre esse tema interessante. Desde pequenos, somos acostumados a ouvir histórias fantásticas sobre acontecimentos tanto maravilhosos, como assustadores... e com o tempo vamos esquecendo de tudo e aprendendo que tudo não passava de história.
  Mas e quando você se depara com algum acontecimento o qual sua lógica não pode explicar? E quando a vida se revela mais incrível do que a mais louca aventura das histórias?




  Foo fighter é uma expressão em língua inglesa que surgiu durante a 2ª Guerra Mundial para descrever um fenômeno no qual uma ou mais esferas luminosas alaranjadas eram avistadas por pilotos, perseguindo ou acompanhando seus aviões. A partícula "foo" advém do termo em língua francesa "feu", que significa fogo. Todavia, com a ignorância dos aviadores estadunidenses acerca da língua francesa, o termo acabou por se corromper em "foo" (mesma fonética na língua inglesa, assim como "fu" em português), fazendo surgir a expressão, cujo sentido é de um "caça (avião) de fogo". Também eram chamados pelas fileiras militares de "Krauts fireballs" (bolas de fogo dos "Krauts" – este último termo fazendo referência aos alemães), pois acreditava-se que os objetos eram algum dispositivo bélico de procedência nazista.


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  Terminada a guerra, a hipótese de arma nazista foi descartada. Na verdade, os foo fighters também importunavam os alemães. O assunto era tratado com tanta seriedade pelo alto comando da Luftwaffe (força aérea alemã), que em 1944 foi criada a "Base Especial nº 13" (Sonderbüro Nr. 13), um projeto secreto de investigações, que se ocultava sobre o nome de "Operação Uranus", e tinha o objetivo de recolher, avaliar e estudar os relatórios de observações dos pilotos sobre estranhos objetos voadores que apareciam perto dos aviões alemães. Supõe-se que os alemães começaram a ver estes estranhos objetos desde 1943, onde os relatórios começaram a chegar no Estado Maior Superior do Exército do Ar da Alemanha. A criação deste projeto de pesquisa secreto pelo alto comando militar alemão prova que os Foo Fighters eram um mistério a ser desvendado também para os nazistas. Um dos primeiros relatórios norte-americanos sobre o fenômeno, datado de outubro de 1943, relatou que quando B-17s (fortalezas-voadoras) estavam voando sobre Schweinfurt, Alemanha, durante vôos de bombardeio, dúzias de discos pequenos e prateados apareceram repentinamente; esses discos tinham cerca de 2,5 cm de espessura e 10 cm em diâmetro. Um dos tripulantes de uma aeronave viu um dos discos atingir a cauda de um dos aviões, mas não provocou nenhum efeito na aeronave.


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   Na noite de 23 de novembro de 1944, pilotos da 415ª Esquadra de Caças Noturnos dos Estados Unidos, baseado no território francês de Dijon, protagonizaram um avistamento envolvendo os Foo-fighters. Esta esquadra efetuava missões de combate e reconhecimento sobre a zona do Rim, ao norte de Estrasburgo, e sua tripulação era formada pelo piloto tenente Ed Schlueter, pelo radialista Donald J. Meirs e pelo tenente Fred Ringwald, oficial da inteligência militar que viajava como observador. Num dado momento, o tenente Ringwald ficou surpreso ao ver que algumas estrelas distantes haviam se aproximado e converteram-se em esferas luminosas alaranjadas. Eram em torno de oito a dez objetos pequenos que se movimentavam em altíssimas velocidades e mantinham-se próximas ao avião. O radar de bordo nada acusava tal qual o radar de terra. Subitamente, essas estranhas esferas luminosas desapareceram e, logo em seguida, reapareceram bem mais longe. Poucos minutos depois, elas sumiram definitivamente.
           No dia 27 de novembro de 1944, dois pilotos americanos, Henry Giblin e Walter Cleary, se encontraram com uma bola de luz laranja quando voavam nos arredores da cidade de Speyer, na Alemanha, às margens do rio Reno. O objeto voava a cerca de 400 quilômetros por hora e a cerca de 500 metros sobre o seu avião. Decidiram iniciar uma perseguição ao inusitado objeto e notificaram a estação de radar de terra sobre o fenômeno, que respondeu-lhes não estar captando absolutamente nada. O radar de bordo do avião começou a apresentar falhas, levando-os a abortar a missão e a regressar à base.

           Em Antuérpia, na Bélgica, em setembro de 1944, por volta da 21:00 horas, um soldado canadense observou uma esfera luminosa no céu indo à direção da fronteira. Ele estimou que o objeto não deveria ter mais que um metro de diâmetro e, ainda, parecia ser feita de vidro fumê. A esfera emitia uma forte iluminação que não parecia vir de sua superfície, mas de seu interior. Nenhum som foi ouvido. Menos de um minuto após o avistamento da esfera, outras cinco, aparentemente iguais a primeira, também foram avistadas pelo soldado e seguindo a mesma rota.


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  Mas os Foo-fighters não foram avistados unicamente no cenário europeu da guerra. O fenômeno foi relatado também no Extremo Oriente, sobre o Japão e sobre a Lagoa de Truk. Há registros de avistamentos dos Foo fighters pelas tripulações dos bombardeiros B-29 sobre o Arquipélago Nipon. No dia 12 de agosto de 1942, o sargento Stephen Brickner, da Primeira Divisão da Marinha, estava voando em formação com a sua esquadrilha sobre a ilha de Tulagi, ao sul das Ilhas Salomão. Por volta das 10:00 horas, uma formação de pelo menos 150 Foo fighters voavam a uma altura incrível, bem acima das nuvens e sobre a esquadrilha. O sargento Stephen Brickner achou muito difícil ser máquinas japonesas ou alemães. Não houve confronto, mesmo porque seria impossível atingi-los pela enorme altitude em que se encontravam. O interessante é que esses veículos pareciam ser esféricos, de cor cinza metálico e giravam em torno de seu próprio eixo.

  Em 1943, um ano antes da criação do projeto "Sonderbüro nº 13" pelos alemães, os ingleses haviam criado uma pequena organização que tinha o mesmo objetivo. Dirigido pelo tenente general Massey, este projeto britânico foi chamado de "Projeto Massey" e apurou, após um inquérito  preliminar, que as luzes que circulavam no meio dos bombardeiros eram flashes provocados com fins psicológicos para desorientar e assustar os pilotos – uma arma psicológica nazista.
           O projeto Massey, neste inquérito preliminar, refletia a opinião dos aliados com relação aos objetos aéreos não identificados durante a guerra. Vejamos uma explicação fornecida por um ex-oficial aviador da USAF, que quis ter sua identidade resguardada porque, na época, ainda trabalhava para uma repartição da USAF. Este oficial declarou textualmente para a revista "American Legion Magazine", de Nova Iorque:

           "(...) provavelmente os Foo fighters são o desenvolvimento de uma arma psicológica usada pelos alemães. Durante as missões noturnas sobre a Alemanha ocidental, eu avistei por várias vezes discos ou globos luminosos que perseguiam as formações aéreas. Como se sabe, os caças noturnos alemães tinham potentes faróis colocados na proa ou nos cubos das hélices... faróis que tinham a finalidade de apontar para o alvo, para enquadrá-lo melhor, e também para ofuscar as metralhadoras das torres de comando dos bombardeiros inimigos. E esses faróis resultavam em freqüentes alarmes que provocavam uma continua tensão nervosa nas tripulações de nossos aviões, baixando o rendimento das suas ações. E no último ano de guerra, os alemães enviaram contra nós um certo número de corpos luminosos aéreos radio-comandados para perturbar o dispositivo de ascensão dos motores e o funcionamento do radar de bordo"
  Esta é uma das raras fontes que indicava a certeza das fileiras militares de que os foo fighters eram uma arma secreta alemã – ignorando que os próprios alemães também eram incomodados pelo fenômeno a ponto de criar um projeto especial para lidar com o assunto.

   Outros comentários de oficiais dos Serviços Secretos para a revista "American Legion Magazine" sugeriam que o fenômento dos Foo-fighters nada mais eram que aparelhos radio-controlados que os alemães enviavam para interferir nos radares aliados durante os bombardeamentos noturnos.
  Porém, o "Projeto Massey" progrediu nas suas investigações e, através de um espião infiltrado (um agente duplo) na Alemanha, foi descoberto que os Foo-fighters não eram dispositivos alemães, pois os próprios nazistas cogitavam a possibilidade de serem dispositivos bélicos aliados. Um ano depois, em 1944, o "Projeto Massey" foi extinto pelos ingleses – coincidindo com o fato de que o agente duplo foi denunciado e executado pelos alemães na primavera daquele ano.

   De qualquer forma, surgiram outras explicações para o fenômeno. No dia 01 de janeiro de 1945, o editor científico da "Associated Press", Howard W. Blakes, numa entrevista radiofônica, disse que os Foo-fighters eram apenas o fenômeno dos "Fogos de Santelmo". Ou seja: luzes naturais produzidas por indução eletrostática das asas e extremidades dos aviões. Segundo Howard W. Blakes, como não eram objetos materiais, eles não poderiam aparecer mesmo nos monitores dos radares, tal qual os relatórios militares afirmavam.


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  Dentre aqueles que defendem que os Foo-fighters eram armas secretas alemãs, sobressai o nome de Renato Vesco, um engenheiro aeronáutico e escritor alemão. Segundo Vesco, os Foo-fighters eram veículos voadores não tripulados com o nome código de "Feuerball". A principal finalidade desses engenhos era interferir nos radares aliados através da ionização da atmosfera obtido a partir de fortes campos eletrostáticos e impulsos eletromagnéticos gerados por válvulas Klystron. Controlados a partir de terra via rádio, a propulsão era retirada de um motor de reação – um tipo especial e secreto e que era a causa do halo luminoso que daria ao engenho o nome de "Feuerball" (bola de fogo).




                                Foo Fighter capturado acidentalmente durante uma filmagem no pacífico (WWII).


  Durante a Segunda Guerra Mundial, muito se especulou à respeito da origem dos foo fighters. Seria uma Wunderwaffen? (termo usado durante a 2ª Guerra Mundial pelo Ministério da Propaganda do Terceiro Reich para se referir as "superarmas" criadas e/ou planejadas pela indústria bélica alemã) Um fenômeno natural? ou UFOS? (Objetos Voadores Não Identificados - traduzido para o português). A questão é: Se tratavam-se de armas secretas alemãs, porque elas incomodariam os próprios nazistas? Se fosse um fenômeno natural, por que tanto interesse e seriedade tanto por parte dos aliados, como pelo eixo no assunto? O fato é que o assunto gerou tanto interesse dos nazistas, que eles chegaram a criar um projeto de aviação avançado chamado Haunebu.


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  Em outra postagem eu entrei à fundo sobre a tecnologia por trás dos Haunebus e toda a sua história. O fato é que até hoje há muito mistério por trás do Terceiro Reich, talvez por Hitler ter sido um adepto do ocultismo, há muito pano para manga quando estudamos sobre o nazismo alemão e a segunda grande guerra mundial.

  Até hoje permanecem as dúvidas quanto à origem dos foo fighters; o fato é que algo sempre será encoberto da grande massa e por trás de toda essa história pode haver tanto uma tecnologia extraterrena como uma explicação natural para o evento. Acreditar vai de cada um. E quanto ao fenômeno foo fighters, até hoje se têm relatos de luzes perseguindo aviões e cruzando os céus de nosso planeta. Já dizia o Arquivo-X: "A verdade está lá fora".

fontes: Wikipédia/INFA/Google.





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