sexta-feira, 19 de julho de 2013

Crop Circles: Os Agroglifos

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   Os Agroglifos ou círculos nas plantações (crop circles em inglês), são termos usados para se referir aos conjuntos de figuras geométricas desenhadas amassando caules de trigo, cevada, centeio, milho ou canola. Esses círculos são geralmente vistos como sendo um rastro, um vestígio de quando o alienígena pousa sua nave nos pastos ou campos de trigo e seus discos voadores deixam marcas, segundo uma das versões mais populares.

   O fenômeno já foi observado em vários países em todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. Desde então foram sugeridas várias explicações que envolvem desde acontecimentos naturais a visitas de extra-terrestres. De fato círculos nas plantações é um assunto recorrente na ufologia. Na cultura popular o assunto é muito explorado, sendo alvo de inúmeros filmes e livros.
  No Brasil, tal fenômeno vem acontecendo principalmente no interior dos estados de São Paulo e Santa Catarina .

 mistério, ets, ufo, círculo, circulo, plantação, crop circles, plantações  As mandalas surgem inexplicavelmente em regiões variadas, predominantemente na Inglaterra, mas já foram vistas em doze países; são desenhos altamente complexos e de grande simbolismo místico, como cruzes, estrelas, pentagramas, borboletas, formas circulares e geométricas, matemáticas, animais (insetos), entre muitos outros.


  A característica principal dos agroglífos é a de que as plantas não morrem ao serem dobradas, continuando vivas mesmo após a ação e podendo até serem colhidas. Estudiosos já identificaram e estudam inúmeras peculiaridades do fenômeno, presentes tanto nas plantas quanto no solo onde estão cultivadas e até na topografia ao redor. São elas que garantem a certeza de uma origem não humana para as manifestações, sendo a teoria vigente mais aceita para explicá-las a de que seriam alguma forma de comunicação por parte de inteligências extraterrestres. Talvez um alerta. Algumas formações espantam os observadores por apresentarem até mais de 800 figuras dispostas geometricamente e em ângulos perfeitos. Outras ocupam extensões que podem chegar a muitos hectares. Em ambos os casos, estas seriam condições impossíveis para seres humanos, ainda mais considerando a inexistência de vestígios e a rapidez com que aparecem os sinais – de poucos minutos a poucas horas.


The Mowing Devil

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  O fenômeno acabou se popularizando pelo mundo afora na década de 80, no entanto, um panfleto que foi editado em 22 de agosto 1678, em Hertfordshire, sobre o “Mowing Devil” (Demônio Ceifador) sugere que os círculos são um fenômeno antigo.
  Esta ilustração traz a história de um fazendeiro que se recusou a pagar o valor “justo” para colher a aveia em sua plantação, e o diabo fez o exame de sua aveia. Na manhã seguinte, o agricultor encontrou um círculo em sua colheita e fugiu assustado. Naquela época devido às crenças populares e suas explicações de cunho sobrenatural/religioso,eles concluíram que se tratava de um demônio o causador do ocorrido. No entanto, com o conhecimento atual, pode-se considerar este o primeiro relato de agroglifo, seja ele feito por OVNIS ou uma fraude.

  Em uma edição de 1880 do jornal "Nature", o cientista amador John Rand Capron relatou uma formação perto de Guildford, Surrey, no sul da Inglaterra. Ele descreveu sua descoberta como "um campo de trigo consideravelmente destruído, não totalmente, mas em pedaços, formando, quando se vê à distância, manchas circulares". Ele continuou: "Eu não pude rastrear no local qualquer circunstância que esclarecesse as formas peculiares daqueles pedaços no campo. Eles me sugeriram alguma ação ciclônica do vento".
Os relatos de círculos nas plantações eram esporádicos até o século XX, quando os círculos começaram a aparecer nos anos 60 e 70 na Inglaterra e nos Estados Unidos. Mas o fenômeno não ganhou atenção até 1980, quando um fazendeiro no Condado de Wiltshire, Inglaterra, descobriu três círculos, cada um com 18 metros, em suas plantações de aveia. Os ufólogos e a mídia foram à fazenda, e o mundo começou a tomar contato com os círculos nas plantações.



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   Nos anos 90, os círculos nas plantações já tinham se tornado uma atração turística. Apenas em 1990, mais de 500 círculos apareceram na Europa. Nos anos seguintes, houve milhares. Vieram visitantes do mundo inteiro para vê-los. Alguns fazendeiros até cobraram entrada para suas atrações misteriosas.
  Os círculos nas plantações podem variar de alguns centímetros a algumas centenas de metros. A maioria dos círculos antigos eram desenhos circulares simples. Mas depois de 1990, os círculos tornaram-se mais elaborados. Esses desenhos mais complexos foram chamados pictogramas. As plantações podem ser feitas para ter qualquer aparência: rostos sorridentes, flores ou até mesmo palavras. Os círculos nas plantações são às vezes desenhos únicos, mas também podem ser baseados em motivos antigos.

  O astrônomo e antigo professor da Universidade de Boston, professor Gerald S. Hawkins estudou vários círculos nas plantações e descobriu que as posições dos círculos, triângulos e outras formas foram escolhidas com base em relações matemáticas específicas.
Em um desenho com um círculo externo e um interno, a área do círculo externo era exatamente quatro vezes a do interno.
   A precisão das formas indica que quem quer que tenha feito os círculos tem um conhecimento complexo de geometria Euclidiana (a geometria de uma superfície plana introduzida pelo matemático Euclides, de Alexandria).
Alguns círculos têm linhas finas que se distanciam deles, sendo que estas linhas, chamadas pontas, na verdade não fazem parte do círculo, sendo criadas pelo trator do fazendeiro, provando nestes casos que foram feitos pelo homem.
  A maioria dos círculos está concentrada no sul da Inglaterra, principalmente nos condados de Hampshire e Wiltshire.
Muitos deles foram encontrados perto de Avebury e Stonehenge, dois locais místicos onde existem grandes monumentos de pedra. Porém, os círculos nas plantações não estão confinados à Inglaterra, Foram localizados nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão, Índia e em outras partes do mundo.
A "época" dos círculos nas plantações vai de abril a setembro, o que coincide com a época do crescimento do número de desenhos.
Os círculos tendem a ser criados à noite, escondendo seus criadores (humanos ou não) dos olhos curiosos.

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Aqui podemos ver o que parece ser o nosso sistema solar representado nesse círculo.



É natural que, com a popularização do fenômeno, surgissem grupos de pessoas dispostas a fraudarem os agroglífos, reproduzindo figuras simples e até complexas em plantações, com as mais variadas motivações. Entre estes estão os Circlemakers [Fazedores de círculos], que conseguiram enganar até proeminentes estudiosos ao realizarem formações quase perfeitas nos campos europeus e norte-americanos. Mas pararam no “quase”. Os sinais legítimos têm características únicas que simplesmente não podem ser copiadas. Por exemplo, neles as plantas apresentam um tipo de inchaço em seus caules, justamente no ponto onde foram dobradas, como se submetidas a algum tipo de calor que se manifesta de dentro para fora. Elas não morrem ao serem dobradas, mas muitas vezes morrem quando se tenta desdobrá-las. Nenhum agroglífo forjado repete este efeito conhecido do fenômeno. Vamos à outras características que podem diferir:
  1. São formados por uma energia capaz de alterar a estrutura molecular da planta sem danificá-la. Além disso, também é capaz de alterar a taxa de crescimento em até 40%.
  2. Algumas formações irradiam uma onda de aproximadamente 5.7 Hz no espectro eletromagnético.
  3. Ocorrem paralelamente ao avistamento de OVNIs reforçando a hipótese de que os extraterrestres são os autores dos agroglífos.
  4. Mesmo após a colheita, a forma dos círculos tem permanecido na terra durante, pelo menos, seis meses em alguns casos. Isto não pode ser conseguido por “formações na colheita” feitas por humanos.
  5. Em algumas das formações, bússolas giram denotando uma anomalia magnética presente.
  6. A plantação fora da formação não exibe as mesmas características encontradas dentro do círculo.
  7. Não há nenhum nível de consistência. Em algumas formações temos o fator som, as anomalias magnéticas e impressões no solo, mas isto não quer dizer que iremos encontrar as mesmas características na próxima formação.
    Ainda assim, pode-se mostrar que os novos círculos fazem parte de uma formação genuína.
  8. Se nenhum ser humano entrar na formação, a colheita (plantação) continuará crescendo e o fazendeiro não vai perder qualquer grão.
  9. Os caules das plantações são dobrados, não avendo qualquer quebra da planta. Isso diferencia os agroglífos dos falsos(feito por humanos) e verdadeiros.
  10. Depois da noite da construção dos agroglífos não a qualquer marca de pegada humana ou qualquer tipo de rastro. Concluindo-se que esses desenhos são feitos por algo que fica voando sobre a plantação ou por algum tipo de energia. 

                Frequentemente bolas de luzes são vistas nesses locais, e são associadas à sua causa.




Alusões claras ao planeta Terra

  Estes misteriosos sinais em plantações vêm se tornando cada vez mais frequentes e complexos ano após ano, quase sempre durante o verão dos países do Hemisfério Norte, onde se concentram – especialmente a Inglaterra, onde são comuns do final de maio a início de setembro. Fora deste período as plantações preferidas dos autores dos sinais – de grãos – são inviáveis, como também são os agroglífos que nelas seriam produzidos. Não existe, ainda, estatística sobre a estação preferida para as ocorrências do fenômeno em países do Hemisfério Sul, de tão poucas que são. Durante as “safras” na Inglaterra, verdadeiras multidões de curiosos e estudiosos se dirigem aos locais onde se concentram os sinais, seja para pesquisá-los ou apenas para estarem presentes nestes acontecimentos. E até mesmo seitas e cultos já foram criados para acompanhar o fenômeno, que se acredita conter um significado espiritual importante para a humanidade, quase sempre ligado a um possível “fim dos tempos”.

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  Nos quase 30 anos em que vêm ocorrendo, inúmeras novidades surgiram principalmente entre os agroglífos ingleses – sempre os mais bonitos e complexos. De tempos em tempos surgem figuras ainda mais exóticas e desafiadoras, como a de um sistema estelar de 9 planetas, como o nosso, mas sem o terceiro deles em sua órbita, indicando claramente que se trata de uma alusão à Terra. Ou a reprodução numa plantação de trigo da placa metálica que foi enviada junto das sondas Pioneer aos confins do Sistema, contendo imagens do homem, da vida na Terra e detalhes de nosso cotidiano, para o caso de ser encontrada por alguma civilização extraterrestre. Em outras ocasiões, figuras como a de moléculas diversas, da hélice do DNA humano, de um circuito impresso de computador, de artefatos conhecidos pela eletrônica etc surgem nos campos. Uma rápida navegação pelos inúmeros sites sobre o assunto, onde estão belíssimas imagens, mostra o quanto alguém que nunca ouviu falar do tema pode se surpreender com seu conteúdo.


A Resposta de Arecibo

  Se for verdadeiro, esse talvez seja um dos episódios mais concretos sobre efetivo contato com uma civilização extraterrestre, pelo menos é o que se pensa. Estamos falando sobre a mensagem de arecibo. Você sabe o que é isso?
  Arecibo é um lugar situado na costa norte de Porto Rico. Esse pequeno país foi colonizado pelo espanhóis e, em um passado mais recente, passou para o controle dos Estados Unidos até alcançar sua independência e autonomia política. Em Arecibo há uma imensa formação natural, uma cratera circular dentro da qual está instalado o maior rádio telescópio do mundo, com diâmetro aproximadamente de 1000 pés (cerca de 300 metros).
 O rádio telescópio é um tipo especial de telescópio que se utiliza de ondas de rádio para transmitir e captar sinais do espaço sideral mais longínquo.


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   Tudo começa em 16 de novembro de1974, quando dois cientistas, o primeiro chamado Carl Sagan(cientista e astrônomo, 1934-1996), e o segundo chamado Frank Drake(professor, astrônomo e astrofísico) se juntam a NASA.
Em 1974, em consonância com o SETI (Search for Extra-Terrestrial Inteligence), técnicos do observatório de Arecibo enviaram ao espaço uma mensagem codificada, cuja decifragem se baseia na compreensão do código binário Para que tal mensagem fosse transmitida a capacidade do transmissor foi incrivelmente aumentada para uma potência de até 20 terawatts. Para se ter uma idéia dessa medida 1 terawatts equivale a UM TRILHÃO de watts. O sinal foi direcionado para a Constelação de Hércules, para o agrupamento estelar conhecido como M13 (cerca de 350.000 estrelas), distanciado a 25.000 anos-luz da Terra.


   Em 21 de agosto de 2001, dois novos círculos ingleses se formaram próximos ao telescópio de Chilbolton, separados entre si por cêrca de 200 metros.
A primeira formação diz respeito a um "crop circle" inédito. Nela vemos claramente a imagem de uma face humanóide, principalmente quando visto de uma boa altitude, revelando a magistral qualidade dessa formação.
  Geralmente a formação desses círculos em plantações se deve ao "abaixamento" dos talos das plantas, como se ali a vegetação tivesse sido "penteada". No caso do rosto humano cada mecha de vegetação parece ter sido "redemoinhada" com intensidade diferente e separadamente das demais. Um trabalho extremamente minucioso e grandioso para ser obra de um artista intinerante.
  A outra formação ganha a sua importância exatamente no significado que traz ou pode trazer. Observe a figura e veja como ela é extremamente semelhante com a mensagem codificada de Arecibo, já discutida anteriormente.

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  Foram "imprimidos" esses crop circles; o segundo, visivelmente como uma resposta à mensagem de 74, com uma forma humanóide diferente, bem parecida com os já famigerados na ufologia, os Grays. E não se abstém a apenas isso, vemos uma hélice de DNA diferente da nossa, outro sistema planetário, e uma forma de comunicação usada através de microondas, ao contrário da nossa que foi usada de rádio.
Esse tema é muito interessante, visto que se for uma fraude, quem fez "merece um nobel". Mais pra frente provavelmente farai um post apenas sobre esse assunto, visto que pode render análises e informações mais complexas

Hipóteses: Quem são os Autores?

Redemoinho de Vento: Redemoinhos de verão ou vórtice de vento ficam estacionados em tal posição e ficam dobrando os caules e fazendo os desenhos.
Energias da Terra: O que ocasionou os agroglífos podem ser apenas energias que ainda não conhecemos ao certo, da Terra. Como energias de plasma ou geo-magnetismo.
O Homem: Existem grupos que se auto-intitulam os fazedores de crop circles, como os Circlemakers.
A um tempo átras apareceu dois velhinhos, David e Doug, que ficaram famosos na mídia por ser os autores dos crop circles. Usando apenas ferramentas simples, falaram que começaram a praticar o fenômeno em 1978. So que quando foram perguntados a eles sobre os detalhes das relações geométricas em determinados desenhos, a caso de comfirmar quais desenhos foram feitos por eles, eles apenas respondiam: “oh, esse não foi feito por nós”.
Artistas como Rod Dickinson e John Lundberg e, posteriormente, Wil Russell e Rob Irving, vem criando esses desenhos desde o iníco dos anos 90 como forma de arte.
Extraterrestres: A hipótese mais aceita por pesquisadores. Esses desenhos são feitos durante a noite em algumas horas. A relatos de pessoas verem bolas ou discos luminosos sobrevoando as plantações, e no dia seguinte um agroglífo aparece na exata localização da bola luminosa. A agroglífos recentes com tamanha complexidade, que são impossíveis de serem fabricados por mãos humanas, durante algumas horas na noite. Eles usam algum tipo de energia capaz de dobrar as plantas e de alterar biologicamente e fisico-quimicamente.





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